Rui falcão, presidente do #PT (Partido dos trabalhadores), os parlamentares e aliados da base não foram favoráveis ao acordo entre governo e oposicionistas. Essa reviravolta se deu, devido ao texto acordado entre o governo e Romero Jucá (redator).

O referido trata da “alteração na regra de participação mínima da Petrobrás”, na exploração do pré–sal.

O presidente Falcão (PT) diz que é um retrocesso

Nesta quinta-feira (25), foi divulgado que o presidente do PT disse que “O Partido dos Trabalhadores irá resistir ao que chamou de retrocesso, por causa da mudança da lei.”.

Para Rui Falcão, os parlamentares (senadores) do PT foram firmes e bravos.

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De acordo com sua visão haverá um confronto entre senadores, da bancada do partido dos trabalhadores contra o governo. Eles não serão favoráveis ao acordo e haverá combate contra essa resolução. Falou que é um ataque à nacionalidade do país e ao progresso individual.

A substituição

Já foi aprovado um novo relator para o lugar de Romero Jucá (PMDB-RR), sobre o artigo inicial que foi escrito por José Serra do (PSDB-SP), Trâmite de urgência.

No congresso houve a aceitação do texto por 40 a favor, 26 contra e duas abstenções.

Saiba mais sobre o teor  fo texto

Atualmente a Petrobrás tem uma quota de 30% na descoberta do pré-sal, e o parecer acabaria com essa porcentagem da estatal. Ela passaria a ser prioritária nos processos que envolvem o petróleo, que irão desde a parte de sondagem, observação, progresso, fabricação, e fechamento das plataformas.

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Caberá a Petrobrás através de análise, escolher se deseja ou não, ser a única a administrar os blocos que serão negociados. E poderá optar, se os mesmos serão pelo regimento da partilha da produtividade. A Petrobrás terá o prazo de um mês para fazer a sua escolha, mas caberá ao conselho criar estratégias e indicar os blocos a “Presidência”. O mesmo será administrado pela Petrobrás, que terá uma porcentagem participativa de 30% no projeto.

Entenda sobre o acordo entre o Senado e oposição

Um breve resumo do ocorrido nesta quarta-feira (24), no senado.

Em aprovação, foi alterada a porcentagem da Petrobrás em 30% sobre a descoberta do pré-sal, que passou a ter cota única. Na ocasião foi aprovado o substituto para Romero Jucá (PMDB) e o artigo segue para a câmera dos deputados.

O texto que substituiu o original foi idealizado pelo (PT) através de Romero Jucá. O Partido do PT e de outras bases não apoiaram e votaram contra.

Os que defenderam o projeto, falaram que a Petrobrás se encontra com dividas e tem nas costas os escândalos, que gerou a lava-jato.

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De acordo com eles, a estatal não tem possibilidade de arcar com todas as explorações do petróleo no fundo do mar.

De acordo com os favoráveis ao texto, atualmente a Petrobrás já não explora o petróleo em terras brasileiras e essa situação tem gerado desemprego, nos locais onde a estatal atuava.

A Petrobrás não permite que outros possam trabalhar nas buscas do petróleo e o texto em questão, que foi aprovado e que irá para a Câmara dos Deputados, abre uma janela para que interessados possam explorar.

Para Antônio Carlos Valadares (PSB) quem faz as nomeações na estatal é o governo, e as questões ficarão nas “mãos do plantão”, e para ele ”é o faz de conta”. #Petrobras