A presidente da República, #Dilma Rousseff, se envolve mais uma vez em uma grande polêmica: o valor oferecido, numa compra inescrupulosa, para cada deputado que votar contra o processo de #Impeachment na Câmara Federal. A preocupação recorrente, em referência ao processo de impeachment que avança de forma avassaladora no Congresso Nacional, possibilitou um verdadeiro "balcão de negócios" no Palácio do Planalto. A presidente, com o propósito de conter a debandada do principal partido da base de apoio ao governo, que recentemente, abandonou "o barco" da administração federal, percebeu que a única forma de manter um mínimo de apoio para que se possa evitar a destituição de seu cargo seria se utilizar de métodos obscuros, através da  "compra" de deputados, para que se posicionem favoravelmente ao governo.

Publicidade
Publicidade

Um motivo de grande preocupação com o processo de impedimento que corre a passos largos no Congresso Nacional.

Valores assustadores

O suposto "golpe às escondidas", implementado pelo governo, alcança cifras exorbitantes para que se logre escapar do processo de impeachment. Cada deputado federal que votar contra o processo que se desenrola na Câmara, receberia cerca de R$ 1 milhão de reais, e cada parlamentar que faltasse à votação, na data estipulada, receberia cerca de R$ 400 mil reais. Além do "preço" negociado, pretende-se oferecer um grande número de cargos federais  para que se fortaleça ainda mais o frágil apoio ao governo Dilma Rousseff.

Mercado de barganhas

O mercado do impeachment encontra-se a todo vapor, tanto que muitos deputados preferem aguardar até a próxima semana, pois, tanto dirigentes partidários e outros congressistas aguardam que o valor a ser liberado seja ainda mais "caro", e, de certa forma, possam tomar um posicionamento real, em relação de apoiar ou não, o processo que acarretaria o afastamento da presidente da República.

Publicidade

Os recursos públicos serão liberados, por via de emendas parlamentares ao Orçamento da União. O governo precisa de cerca de 172 votos, no mínimo, para escapar do impeachment, ou 172 abstenções, para que sobreviva. Já a oposição precisa de 342 votos no mínimo, sem abstenções, para que o impeachment passe adiante no plenário da Câmara e siga rumo ao Senado Federal. #Crise no Brasil