A vida dos petistas não anda nada bem. Depois das gravações grampeadas divulgadas pela Polícia Federal e da perda do PRB na base do governo, Dilma perde o apoio do PMDB e sente a traição ‘perfeita’ de seu ‘vice decorativo’, conforme carta de Michel divulgada no ano passado.

Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados quer aprovar o #Impeachment de Dilma o mais rápido possível, sugerindo, inclusive, que a votação ocorra em um domingo para que as pessoas possam acompanhar.

A data inicial da votação seria numa quinta-feira, 14 de abril, mas com a sugestão de Cunha essa data pode ser alterada para antes ou depois do estipulado.

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Aliados de #Michel Temer revelaram à ‘Folha de S. Paulo’ que o vice presidente já está certo que Dilma sofrerá o impeachment e já faz as articulações necessárias para assumir o cargo de presidente do Brasil daqui menos de dois meses.

Segundo a mesma publicação do jornal, Jovair Arantes, que é o relator do pedido de afastamento de Dilma, já teria avisado Cunha que é favorável a saída da presidente.

O PMDB do Rio de Janeiro rompeu oficialmente com o governo e passou a apoiar a aceleração do impeachment. Os oposicionistas do partido, inclusive, comunicaram uma possível expulsão dos filiados que se recusarem a abandonar o governo, segundo informou o Estadão nesse sábado, 26.

Ainda que a decisão final do impeachment não saia até maio, por direito, Michel assume a presidência da mesma forma, pois durante o julgamento a presidente pode ficar afastada do cargo por até 180 dias.

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Caso a decisão não seja proferida dentro desse prazo, ela retornará normalmente às suas atividades até que uma decisão oficial seja anunciada.

Caso Michel seja impedido de assumir ou o assuma, mas sofra uma cassação no decorrer do mandato, quem assume a presidência é o presidente da Câmara dos Deputados, atualmente, Eduardo Cunha. No impedimento temporário ou definitivo deste, assume o presidente do senado, Renan Calheiros e por fim, na impossibilidade de Renan, há o presidente do STF. Na impossibilidade de todos, são convocadas eleições de emergência. #Dilma Rousseff