Com tanta especulação sobre a crise econômica e política, as expectativas sobre o #Desemprego no Brasil cresceram muito em relação aos últimos anos. Muito se fala em reforma política e até em medidas na economia do #Governo para que a população não sofra com as consequências do desemprego, pelo menos é o que diz Miguel Rossetto, ministro do Trabalho e Previdência.

No mês de dezembro do ano passado o ministro alegou que seriam tomadas providências necessárias pelo Governo para promover melhorias na economia em 2016, tais como a expansão do crédito e dos investimentos, com foco na recuperação de empregos no Brasil. De acordo com ele, todos estão batalhando por um novo cenário em 2016, em que eles possam recuperar o índice de empregos.

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Essa será uma das metas para este ano. Ele aponta ainda para a confiança do Governo nos investimentos em infraestrutura feitos nos principais setores da economia, como a construção civil, gás e óleo.

A presidenta Dilma Rousseff também tem se manifestado claramente nessa meta para 2016, sempre orientando sua equipe da área econômica e todo o Governo para buscar novas alternativas e melhorias em prol do crescimento econômico e político, como a diminuição das taxas de inflação e a geração de novos empregos em todo o país. Ela ainda ressalta a importância de equilibrar as contas públicas para um bom desenvolvimento da economia a longo prazo. Rossetto ainda relatou que há cobranças no PT por mudanças realmente significativas na política econômica do país, e que isso pode refletir no papel dos partidos que fazem parte da base de apoio ao Governo, que, de acordo com suas próprias observações, tem oferecido "contribuições".

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Conforme o próprio ministro, a presidenta está devidamente orientada para a economia neste ano de 2016, e que a reforma da Previdência é uma responsabilidade do Governo e do partido de um modo geral, e não apenas de ministro X ou ministro Y. Portanto, oferecer contribuições para o Governo é papel destinado ao partido e seus aliados. #Crise no Brasil