Ovacionado nas redes sociais e aclamado como ‘mito’ por alguns, Jair Bolsonaro confirmou que será candidato a Presidente da República em 2018. De acordo com discurso feito pelo presidente do Partido Social Cristão (PSC), o deputado efetivou filiação e sua pré-candidatura já é algo certo. A cerimônia aconteceu na capital federal, Brasília, e Bolsonaro contou que está feliz e que esse é o sentimento dele e dos seus eleitores: ser presidente do Brasil para ‘endireitar’ o momento complicado, política e economicamente, que o país enfrenta.

Além de Bolsonaro, migraram para o PSC, também, os seus filhos Flavio e Carlos, após terem permanecido no Partido Progressista, (PP) por 11 anos.

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Um vídeo está sendo compartilhado nas redes sociais onde o Pastor Everaldo, presidente do PSC, faz discurso sobre a candidatura: “[...] A partir de hoje, ele é pré-candidato à Presidência da República.”, ao efetuar esse discurso, Everaldo precisou parar por alguns momentos, pois os presentes naquele momento passaram a gritar entusiasmados: ‘Bolsonaro Mito! Mito! Mito!’.

Em postagem feita no Twitter, Bolsonaro defendeu que vai continuar fazendo as suas defesas ‘a pátria amada’, mesmo que alguns militantes da esquerda teimem em querer derrubá-lo com acusações ‘estapafúrdias’.: “Um soldado em prol de um Brasil verdadeiramente de DIREITO”, publicou.

No entanto, apesar de toda a ‘festa’ e comemoração por parte dos defensores de Bolsonaro, o deputado ainda precisa passar por mais uma etapa até chegar de fato e de direito  a ser um pré-candidato a presidente.

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Isso porque, de acordo com o portal MSN, essa candidatura depende muito de como Bolsonaro vai se sair, daqui para frente, nas pesquisas para presidente. Caso ele não esteja bem e continue assim, é bem provável que não concorra e passe a apoiar alguém.

Recentemente, o Instituto Datafolha mostrou que Bolsonaro começou, relativamente, com uma boa aceitação. Ele teve por volta de 6% a 5% da preferência do eleitorado da pesquisa. Nela, Aécio Neves, Lula e Marina Silva encabeçam a liderança. #Eleições #Reforma política #Congresso Nacional