A tarde de quarta-feira, 16, foi de muito alvoroço e estresse para os petistas. Após o dia amanhecer com a notícia de que #Lula aceitou ser o novo ministro da Casa Civil, a #Polícia Federal divulgou um áudio em que Dilma afirma que já assinou o termo de posse e o entregou à ‘Bessias’, para que ele o leve para Lula.

Segundo o site ‘Jota’, Bessias seria o Jorge Messias, procurador da Fazenda, que atua na subchefia dos assuntos jurídicos da Casa Civil.

Dilma avisou para Lula, ao telefone, que o termo deveria ser utilizado apenas em caso de necessidade. Em outras palavras, para evitar que fosse preso antes de tomar posse do seu novo cargo político.

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O fato é que um presidente da república é proibido de assinar um termo de posse antes da mesma acontecer. Esta deve ser assinada no ato da posse, mas os petistas certamente quiseram manter a fictícia ‘blindagem’ à Lula antes da cerimônia oficial.

A blindagem pode ser fictícia porque Lula não é mais o mito que muitos enxergavam no passado e o Brasil também não é mais o mesmo. As pessoas cansaram de ver a corrupção ser assunto principal dos jornais e aceitarem aquilo com naturalidade. A maior parte da população, de adolescentes à idosos, decidiram mostrar que a Constituição Federal deve ser cumprida e que todo poder emana do povo e para o povo.

Com isso, o petista perdeu significativo poder entre as grandes massas, fazendo com que muita gente que um dia votou em Lula o repudiasse e ao contrário do que sua política de segregação diz: ‘Que quem não gosta do PT e do governo é o branco rico ou da classe média’, a população mais pobre também tem ido para as ruas e mostrado que não se trata de classe social, mas de indignação com tanta corrupção escancarada para todos e negada com persistência.

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Lula está na mira de Sérgio Moro, considerado um dos melhores juízes do país e não tem aceitado o ‘jeitinho fácil’ de fazer justiça. O magistrado realiza atos embasados na lei, não poupa diligências para buscar provas e fatos que venha a comprovar acusações e ainda tem o apoio popular, tornando-se uma espécie de herói.

O final dessa história da destruição e caos que se tornou a política brasileira e do longo caminho de reconstrução, pode estar longe do fim, mas uma coisa é certa: O cerco se fechou, os aliados se afastaram e a maior parte da população acordou: e agora companheiro? #Dilma Rousseff