Com uma frieza surpreendente e acreditando que seu #Governo chegará até 2018, #Dilma Rousseff impressionou sua equipe ministerial nessa semana. Em reuniões ela se mostrou muito confiante, debateu e expôs planos de governo de curto, médio e longo prazo, deixando transparecer sua frieza ao fazer a seguinte declaração: "Podem ficar tranquilos porque eu aguento bem a pressão. Sou resistente".

Segundo reportagem do jornal “O Estado de São Paulo”, Dilma Rousseff está fazendo uma análise minuciosa de mapas de votação na Câmara dos Deputados, onde uma provável comissão composta por 65 deputados poderá definir o resultado da votação do #Impeachment

Dilma define estratégia do “tudo ou nada”

A estratégia que está sendo definida por Dilma Rousseff e sua turma de assessores e ministros é classificada como “tudo ou nada”.

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A expectativa é, sem sombra de dúvidas, ampliar o escopo, visando um número de votos muito maior que os 171 votos mínimos e necessários para barrar o processo de impeachment no plenário.

A prioridade é atender aliados fiéis e principalmente dividir ainda mais o PMDB através de promessas de mudanças, PMDB aliás, que deverá oficializar a sua separação do governo nessa terça-feira (29), na reunião do diretório nacional do PMDB.

A separação do PMDB deve causar um efeito dominó e fazer com que outros partidos também anunciem sua separação do governo.

Assessores de comunicação de Dilma, a partir de agora, querem “vender” uma imagem de presidente “guerreira”

A imagem que deverá ser veiculada de Dilma, através de sua assessoria de comunicação a partir de agora, é de uma mulher “guerreira”, que está sendo injustiçada e enfrentando dificuldades similares as enfrentadas na ditadura militar.

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Só que agora, os inimigos não são os militares e sim um novo modelo de “golpe”, articulado por opositores do governo e também pelo próprio vice-presidente, ao qual é chamado pelos petistas como “chefe da facção”, responsável por comandar uma verdadeira “conspiração” que visa derrubar o governo através do processo de impeachment.

Segundo fontes próximas de Dilma, a ficha da presidente caiu, mas não houve um abatimento pela conturbada e difícil situação. O lema agora entre os petistas é “morrer, mas morrer lutando”.