David Fleischer, cientista político professor da Universidade de Brasília, afirmou que é quase certo o afastamento da presidente Dilma por #Impeachment. David disse que ninguém pode salvá-la, nem mesmo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em um certo momento, comenta Fleischer, Dilma poderia ser ajudada por Lula, mas diante dos crimes investigados e que comprometeram o ex-presidente, a situação ficou mais difícil. A polêmica da nomeação de Lula para o cargo de ministro acabou prejudicando mais ainda a imagem da presidente. Fleischer acredita que, a presidente não conseguirá escapar do impeachment, pois não terá maioria de votos nem no Plenário da Câmara e nem no Senado.

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A grande questão é que, diante dessas expectativas, Dilma pode além de sofrer o impeachment, ficar inelegível por oito anos, acabar perdendo o foro privilegiado e o pior de tudo para ela é cair nas mãos do juiz federal paranaense Sérgio Moro. As Operações da Lava Jato vão continuar, ressalta Fleischer, e isso vai dar uma grande dor de cabeça para a presidente petista.

Lula enfraquecido

Já na visão de Carlos Melo, cientista político e professor do Instituto de Ensino e Pesquisa, Lula está desgastado politicamente e não tem mais como socorrer à presidente. Melo disse que ninguém pode ajudá-la, nem Lula, nem Renan Calheiros, nem Michel Temer, ninguém mesmo, frisou. Dilma depende apenas dela. Melo comentou que Dilma precisa seguir alguns passos para se livrar de um possível afastamento da presidência.

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A presidente precisa valorizar a Lava Jato, dando uma resposta à Operação, retomar o controle no Congresso e impulsionar a economia, conquistando novamente os brasileiros, disse Melo. Para terminar, Melo opinou dizendo que não acredita que a presidente consiga se livrar do impeachment, pois ela até agora, não encontrou uma saída.

Impeachment

O processo de impeachment anda bem rápido na Câmara, é provável que em abril já chegue ao Senado. Se os senadores forem a favor da saída de Dilma, ela será afastada da presidência por seis meses, até o Senado chegar a uma conclusão final do processo. #Governo #Dilma Rousseff