A situação de #Dilma Rousseff, que não parecia a das melhores, mostrou que desde ontem, dia 15, só tenderá a ficar cada vez pior. Ao longo deste últimos meses, além de enfrentar uma grave crise econômica no seu governo, fato que tem levado mais sacrifício para os trabalhadores brasileiros que, diga-se de passagem, foram seus maiores eleitores, a presidente foi arrastada para o epicentro das investigações feitas pela Lava Jato, a partir de declarações feitas pelo Senador Delcídio, ex-#PT e seu ex-aliado político. A primeira presidente mulher eleita no Brasil é delatada por seu recém opositor, por tentar obstruir as investigações conduzidas por Moro e que começam a dar seus primeiros frutos, perto de completar dois anos. 

Se uma crise já havia se instalado no Palácio do Planalto, desde que a Lava Jato se voltou contra Lula, um sentimento forte de aflição já se apodera do chamado núcleo 'duro' do governo.

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Tudo por que as declarações feitas pelo senador e ex-aliado do Palácio do Planalto envolvem diretamente a presidente Dilma como a autora da tentativa de calar o senador nas denúncias sobre o maior escândalo de #Corrupção envolvendo o governo brasileiro. Este é efeito que a delação do senador matogrossense pode causar. Por isto ele foi apelidado de " Furacão Delcídio". 

As declarações de Delcído envolvem o atual ministro de Educação, Aloizio Mercadante, como o intermediador entre Dilma e o senador. Ele declarou que foi procurado pelo ministro, a mando da presidente, que lhe oferecia ajuda financeira em troca de seu silêncio, numa demonstração clara em tentar barrar o andamento das investigações. Além disto, o esquema envolvia também o vice, Michel Temer e o senador do PSDB, Aécio Neves. Diante de tais fatos tão graves, a Procuradoria Geral da República já estuda a possibilidade de adotar medidas judiciais contra a petista.

A presidente tenta reagir, por isto, é aguardado para as próximas horas, o anúncio de Lula como novo ministro no seu governo.

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Dilma deposita sua confiança na capacidade de articulação do seu padrinho político e assim recompor a base do seu governo, numa tentativa de minar as intenções de seus opositores, que já se articulam para votar o seu impeachment.

Além disto, Dilma aposta na recuperação do cenário econômico brasileiro, por isto, deve convocar Henrique Meireles, ex- Banco Central e indicado de Lula,  para compor a equipe financeira e dar maior credibilidade ao mercado financeiro.

As atenções de Dilma se voltam a partir desta quarta-feira, dia 16, quando o Supremo Tribunal Federal (STF), deverá iniciar as votações sobre o rito de impeachment. 

Na tentativa de buscar apoio, Dlima se volta para quem lhe colocou no poder: a maioria dos brasileiros que a reelegeu. Para isto, uma grande manifestação de apoio ao próprio governo está marcada para a próxima sexta-feira, dia 18. Antes de tudo, a ocasião será o grande teste da popularidade de Dilma, que não anda nada boa nos últimos tempos e que ficou bem pior  ainda depois das últimas manifestações no último domingo.

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