Se caso for provado que empresas que estão sob investigação no sistema de corrupção na Petrobras custearam as obras no sítio em que #Lula frequentava, ele pode ser acusado nesse processo por improbidade administrativa, na operação Lava Jato, e pode receber como punição a proibição de disputar eleições para qualquer cargo político.

Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente, corre o sério risco de ser acusado nesse tipo de processo, por haver indícios de que empreiteiras que estão envolvidas em casos de corrupção na Petrobras viabilizaram reformas em um sítio que ele frequentava em Atibaia(SP), caso ocorrido em 2010, e na época Lula ainda era Presidente da República, para privilegiá-lo ilicitamente.

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Já são cinco ações em curso na #Lava Jato por improbidade administrativa, somando dez pedidos de deliberação para impedir candidaturas de parlamentares acusados, por até dez anos.

Existe a probabilidade de que Lula possa ser alvo de uma ação desse tipo, informação dada por integrantes da força-tarefa do Ministério Público Federal, na esfera da 24ª fase da operação Lava Jato, onde o ex-presidente é investigado por corrupção e lavagem de dinheiro ligados ao sítio em Atibaia (SP).

Através de suas declarações, seus advogados e aliados vem tentando separar as circunstâncias no que se diz respeito ao sítio, e que na época Luiz Inácio ainda exercia a função de Presidente da República.

É alegado por advogados de Lula, através de um recurso no Supremo Tribunal Federal, que o sítio foi adquirido por seus amigos em outubro de 2010, para uso deles e dos familiares de Lula, e que ele ficou sabendo dessa compra só em janeiro de 2011.

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A empreiteira Odebrecht está envolvida no caso da reforma do sítio, como foi constatado nas investigações. Frederico Barbosa, engenheiro da Odebrecht, chegou a admitir em uma entrevista ter trabalhado no imóvel, mas nega que esse serviço tinha relação com seu emprego. A Odebrecht, na mesma época, negou ter ligação com essa reforma.

A situação contra Lula só piora, já que o assessor da Presidência, Rogério Aurélio Pimentel, está envolvido no pagamento com dinheiro vivo, além dos serviços e dos materiais usados nas obras, podendo influenciar na relativa ação contra Luiz Inácio, sendo que tudo isso foi entregue por Barbosa em depoimento.