A senadora Marta Suplicy soltou o verbo e criticou duramente a presidente #Dilma Rousseff em seu discurso feito na manhã desse sábado (12), em Brasília, na convenção nacional do seu atual partido, o PMDB. A “ex-petista” agora defende com unhas e dentes o impeachment de Dilma e clama que o novo presidente do país seja seu parceiro de partido, o atual vice-presidente da república Michel Temer.

Marta também ressaltou em seu discurso que o atual processo de impeachment da presidente não é nenhum tipo de golpe e que não há razões para esse tipo de classificação, já que existam provas suficientes que seja exigida uma mudança de #Governo.

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“Dilma não dá conta do recado, uma presidente que não sabe governar o país e governa de forma isolada”, comentou.

Marta ainda afirmou que o atual processo de impeachment deveria ter ocorrido já no primeiro mandato de Dilma e que todo esse processo está acontecendo tarde demais.

“O processo de impeachment está vindo tarde, se tivéssemos tido essa atitude antes, o Brasil não estaria nessa situação que está agora. O Brasil precisa do PMDB que possui o DNA da democracia”. afirmou a senadora.

O auditório lotado gritava inflamado: “Fora Dilma”, “Fora PT” e “Temer presidente”.

Marta fez seu discurso portando um adesivo com os dizeres: “saída já” e defende que o PMDB saia do governo em 30 dias

Marta portava o adesivo “saída já” em sua roupa e defendeu que os atuais integrantes do PMDB saiam da coalizão com o governo no prazo de 30 dias.

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Segundo ela, uma nova fase constitucional correta deve acontecer e um novo governo deve assumir tendo como presidente #Michel Temer.

Os pemedebistas governistas por sua vez, se mantiverem afastados do microfone e não se pronunciaram contra ou a favor, pelo menos no evento realizado nesse sábado.

Durante toda a convenção partidária estiveram a frente figuras importantes do PMDB como José Sarney (presidente de honra do partido), Eduardo Cunha, Renan Calheiros e Michel Temer que ao final, fez um breve pronunciamento dizendo que não é hora de se fazer uma divisão dos brasileiros e sim um momento de construir pontes.