A OAB - Ordem dos Advogados do Brasil - já resolveu que irá apoiar o #Impeachment da presidente do Brasil, #Dilma Rousseff. Nesta sexta-feira (18), a decisão foi tomada no Conselho Federal que teve o apoio de 26 bancadas contra apenas duas que são contra o impeachment.

A comissão que vinha analisando o pedido de impeachment teve o parecer aprovado pelos conselheiros. Este pedido foi apresentado por Erick Venâncio, advogado favorável ao processo referente à realização de "crimes de responsabilidade".

Agora cabe à diretoria estudar como irá fazer este apoio que pode ser através da união da OAB ao pedido que já se encontra em curso, ou então a entidade pode entrar com um novo pedido.

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Esta decisão não tem um prazo determinado para ser tomada.

Cláudio Lamachia, presidente nacional da OAB, informou que este é um momento de tristeza e que a entidade gostaria de comemorar o sucesso do atual governo, por isso, não estão comemorando esta decisão, e que é com grande pesar que chegam à conclusão de apoiar o impeachment.

O relatório aponta a presidente cometendo "crime de responsabilidade" em 3 situações:

  • interferência na Lava Jato;
  • as pedaladas fiscais;
  • renúncia fiscal na Copa do Mundo.

No ano passado, mais precisamente no mês de novembro, o Conselho Federal da OAB emitiu um parecer adiando esta análise, já que novos fatos estavam sendo descobertos e era preciso um pouco mais de tempo para se chegar a uma decisão final, evitando antecipar qualquer decisão. Agora o processo foi retomado em reunião extraordinária, em Brasília, tendo sido convocada por Cláudio Lamachia, presidente nacional da OAB.

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Quem ficou definido para fazer a defesa da presidente no plenário da Ordem dos Advogados no Brasil foi o ministro José Eduardo Cardozo que já alegou que "não há fato imputável a partir disso e que as manobras fiscais ocorreram em mandato anterior".

Quanto às acusações feitas por Delcídio do Amaral, José Eduardo Cardozo classifica-as de "mentirosas" e  afirma que Dilma jamais tentou interferir junto ao STF e nem mesmo junto ao STJ. #Protestos no Brasil