A Agência Brasil informou na tarde desta segunda-feira (28) que o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) abriu um novo pedido de #Impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

O pedido foi elaborado pelo conselho da organização e protocolado nesta segunda-feira, 28.

Entretanto, não foram todos os advogados e manifestantes presentes que aprovaram o pedido de impedimento feito pela OAB.

Houve gritos contra e a favor do pedido, além de empurra-empurra dentro do Salão Verde da Câmara dos Deputados. O novo pedido de impeachment inclui a delação premiada do senador Delcídio do Amaral, ex-PT.

Controvérsias

Hoje, antes de protocolar o pedido, o presidente da OAB, Cláudio Lamachia, disse que não havia racha na instituição quanto à decisão de entregar ou não a decisão.

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Porém, no começo da tarde, um grupo de advogados entregou um documento em que 140 profissionais se manifestaram contra a posição da OAB.

O primeiro pedido de impeachment feito pela OAB foi em 18/03, teve a aprovação da maioria dos advogados consultados.

O manifesto que o grupo de advogados entregou classificava o pedido da OAB de “erro” brutal. De acordo com agência, o documento citava que a atitude da organização faz lembrar do apoio que ela deu ao golpe dos militares em 64. De acordo com o documento a instituição deveria ter feito uma consulta maior aos advogados do país.

A Agência PT de Notícias, divulgou hoje uma nota informando que 350 juristas e advogados também protocolaram um pedido de consulta direta e ampla aos advogados do país sobre o pedido elaborado pelo Conselho da organização.

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Há uma petição online para os advogados que quiserem se manifestarem contra o pedido de impeachment, cerca de 13 mil advogados já assinaram.

Houve manifestação em Brasília, por volta das 16h contra o contra o posicionamento da OAB.

Um outro pedido feito por juristas e advogados pedindo para a instituição não atentar [novamente] contra a democracia.

A OAB foi uma das instituições brasileiras que declaram apoio ao golpe militar de 64, depois classificou o apoio como um erro. #Governo #Dilma Rousseff