O Conselho Federal da OAB - Ordem dos Advogados do Brasil, que foi o grande protagonista do processo de #Impeachment de Fernando Collor, já oficializou que, nesta segunda-feira, dia 28 de março, irá entrar com o pedido de impeachment da presidente #Dilma Rousseff e as acusações são de "crimes de responsabilidade".

O pedido, que já está praticamente pronto, será entregue pela OAB na Câmara dos Deputados e cita as "pedaladas fiscais", além da renúncia fiscal para a FIFA na realização da Copa do Mundo e também a tentativa recente de Dilma em querer blindar o companheiro petista, Luiz Inácio Lula da Silva, tentando lhe dar foro privilegiado ao escolhê-lo como ministro da Casa Civil.

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Cláudio Lamachia, que é o presidente da Ordem, deixou o documento pronto e agora está entrando em contato com os representantes das seccionais de todo o país para irem com ele a Brasília, para que juntos possam entregar o pedido oficial da OAB.

Esta semana foi de grande expectativa, pois ninguém sabia ao certo se a ordem iria ou não apresentar o pedido de impeachment, ou se apenas ia assumir que estava aderindo ao processo que já estivesse em curso, a única certeza então era que a OAB realmente era a favor de tirar Dilma Rousseff da presidência.

Foi enviado um comunicado para todos os presidentes das seccionais explicando a decisão do conselho que reconheceu a prática de várias infrações consideradas crimes de responsabilidade e, assim, será pedida a instauração de processo de impeachment de Dilma, de acordo com o artigo 14 da Lei n.

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Com este posicionamento, Dilma terá uma dificuldade a mais para se livrar do impeachment. Ela tem conseguido importantes apoios, mas a situação vai ficando cada vez mais difícil e o cenário favorece a oposição que quer tirar a petista do poder.

A economia do país está péssima, a inflação não é contida, o desemprego só aumenta, investidores estão abandonando o Brasil e tudo isso acontece enquanto os noticiários mostram a corrupção que tomou conta do país, com milhões sendo desviados.

Os próximos dias serão decisivos para o futuro de Dilma e, principalmente, o futuro do Brasil. #Crise no Brasil