Jair Bolsonaro, assim como muitos políticos, participou das manifestações que ocorreram no Brasil dia 13 de março, mas não como político e sim como um cidadão cansado de um governo desastroso e de um império de corrupção.

Durante o protesto em Brasília, o deputado chutou o boneco ‘Pixuleco’ que representa o Lula e publicou o vídeo em sua conta oficial do Facebook. Os internautas logo compartilharam a imagem em grupos e até escreveram artigos em blogues sobre o ocorrido.

A maior parte das pessoas deram risadas e até afirmaram estarem se sentindo representadas durante aquele chute que mandava o Pixuleco para um lugar bem distante dos brasileiros.

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As publicações foram curtidas e compartilhadas milhares de vezes.

A mídia tendenciosa

Alguns sites e até comentaristas da TV disseram que o deputado recebeu inúmeras críticas e até vaias pela sua atitude, o que pareceu extremamente contraditório em um dia que as pessoas, inclusive, pediam que Lula e cia fossem presos. A verdade é que a opinião pessoal dos ‘comentaristas’ falou mais alto na hora de noticiar os fatos reais.

Jair, bem como qualquer parlamentar, não obterá 100% de aprovação de suas atitudes, principalmente no Brasil onde boa parte das pessoas adoram arranjar um motivo para reclamar de alguma coisa. Algumas pessoas, sobretudo alguns moralistas virtuais anônimos e apoiadores do movimento LGBT, usaram a publicação do deputado para chamá-lo de homofóbico e desequilibrado.

Uma pessoa foi bem mais longe em seu raciocínio e disse que ao chutar e bater em um boneco, Jair estava incentivando as pessoas a resolverem as coisas na base da pancada.

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O comentário foi amplamente criticado por quem o viu, pois segundo os internautas que se opuseram à essa opinião, não havia lógica em fazer apologia a violência pelo simples fato de 'brincar' com um boneco de plástico, sendo que diversas outras pessoas estavam junto com o deputado descontraindo no momento do vídeo.

Fato parecido aconteceu quando parte da imprensa chegou a dizer que Alckmin e Aécio Neves foram expulsos e proibidos de participarem das manifestações e que foram vaiados durante todo o tempo, quando o que de fato aconteceu e foi esclarecido por um dos organizadores do evento em entrevista à Rádio Jovem Pan, é que os dois foram convidados para subir ao trio elétrico do MBL na Avenida Paulista, mas um grupo de pessoas não aceitaram e começaram à vaiá-los e hostilizá-los.

Como não tinha como passar, pelo excesso de pessoas e em meio as vaias, os dois decidiram caminhar alguns minutos pela Avenida Paulista junto com os populares. Mas para quem foi ao evento, viu que a Avenida estava intransitável e poucos metros de caminhada podiam demorar mais de uma hora, por conta disso, a dupla não permaneceu mais que 40 minutos na #Manifestação, conforme comentamos na cobertura feita na tarde de domingo.

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Não gostar de um político é uma coisa. Mas desrespeitar e dizer o que não aconteceu e ainda espalhar inverdades por aí, é outra coisa completamente diferente.  #Justiça #Protestos no Brasil