A situação da Presidente Dilma se complica ainda mais com a saída do PMDB do governo, o que, provavelmente, será anunciado na terça feira, dia 29. Com essa decisão, a presidente vai ficar sozinha no governo, e, de acordo com fontes e assessores do Planalto, ela não tem votos suficientes para evitar o impeachment que está correndo com toda força no Congresso. A situação de Dilma é tão crítica que dificilmente ela vai permanecer a frente do comando do país.

O cenário político atual do Brasil é visto, pela imprensa internacional, sem volta para Dilma, e muitos jornais e revistas afirmam que a renúncia ou impeachment seria a melhor saída para resolver a crise do país, e para que o mercado possa volte a investir no Brasil.

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O vice presidente Michel Temer está negociando o novo governo, pois, sua entrada para substituir Dilma é vista como certa por muitos jornalistas e cientistas políticos. A saída do PMDB do governo vai levar outros partidos a tomarem a mesma atitude (PP, PR, PTB e PSD) deixando a presidente em situação mais complicada ainda.

Em uma tentativa desesperada de quem está em fim de governo, ela reuniu sete ministros do PMDB para tentar evitar esta debandada da maior legenda do país. De acordo com análise feita pelo próprio PT, Dilma teria apenas 130 votos dentro do Congresso para evitar o impeachment, número distante de 171 necessários para evitar a queda da presidente. No momento, apenas PT, PC do B e PDT são favoráveis ao governo. A ideia da legenda petista é tentar negociar cargos com deputados e evitar o impeachment, mas o tempo é curto para a Dilma.

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O mercado está apostando firmemente nesta hipótese, tanto que o valor do dólar tem caído e a bolsa de valores - BOVESPA - está apresentando resultados satisfatórios nos últimos dias. A expectativa é que em dois ou três meses o novo presidente seja Michel Temer. O Senador José Serra está em negociação com o governo para formar uma aliança entre o PSDB e PMDB na composição do novo governo. A ideia é colocar pessoas competentes para assumir ministérios sem preocupação de partidos políticos, bem como dar credibilidade ao mercado brasileiro, e que investimentos externos possam voltar ao Brasil. #Dilma Rousseff #Crise econômica #Reforma política