Na visão da oposição e dos meios de comunicação, o impeachment da presidente Dilma Rousseff é apenas uma mera “formalidade” – como afirmou Marina Silva – e questão de tempo. Com isso, o PMDB já arregaçou as mangas e pulou do barco que está em vias de afundar e procurou o ancoradouro mais próximo (leia-se PSDB).

Inescrupulosos, PMDB e PSDB preparam uma aliança para “retornar o país aos trilhos” após o fim da era lulopetista iniciada em 2003. Dizem nos bastidores até que Temer e José Serra já fizeram reuniões escondidas em São Paulo para distribuir cargos. Bom puxa saco que é – característica inerente a um peemedebista de berço – Temer também se reuniu com #Aécio Neves, esse de forma mais as claras, em que se foi discutida uma “agenda para o Brasil”.

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A história política brasileira pós-ditadura militar conta com um fiel da balança – que balança de galho em galho, dependendo de quem está no poder – que encontrou um jeito de ser imprescindível no cenário político mesmo sem apoio ou simpatia popular (vide as duas últimas candidaturas a presidência da República do PMDB: Ulysses Guimarães (1988) – 4,7% dos votos e Oréstes Quércia (1994) – 1,24% dos votos).

Se você quer ter governabilidade no Brasil precisa do PMDB, disso o PSDB sabe muito bem. Mas antes que querer governar o Brasil, é preciso que um partido se una, isso o PSDB não está sabendo fazer, com Serra, Alckmin e Aécio se digladiando dentro da sigla. Bom peemedebista que é, Temer prepara aliança com todos os possíveis pleiteadores tucanos, para que de forma alguma corra o risco de se ver fora do Governo.

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#Michel Temer #Dentro da política