Um fator lamentável está sendo veiculado por procuradores da Operação #Lava Jato, os procuradores acreditam que houve um vazamento de informações sobre a 24ª fase da operação Lava Jato e que gavetas e armários do Instituto #Lula foram esvaziados antes dos procuradores cumprirem o mandado de busca e apreensão no Instituto.

Ao cumprirem o mandado de busca e apreensão na sede do Instituto em São Paulo, os procuradores encontraram muitas gavetas e armários vazios e estranharam a falta de agendas, documentos impressos e anotações que são comuns no dia a dia da parte administrativa de uma empresa.

Apenas computadores foram recolhidos e a esperança agora da Polícia Federal está focado nos arquivos armazenados na memória desses computadores.

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Polícia Federal prevê encontrar documentos recolhidos em outros locais

A grande expectativa da Polícia Federal é encontrar os documentos que foram retirados do Instituto Lula em outros locais que também foram alvos de busca e apreensão da 24º operação Lava Jato.

Até familiares de petista tiveram suas casas vasculhadas por procuradores da Polícia Federal nessa sexta-feira (04) e a expectativa agora é encontrar esses documentos nessas residências.

Material recolhido será levado para o escritório de Inteligência da Receita Federal em São Paulo

Toda documentação recolhida nessa fase da operação Lava Jato será recolhida para o escritório de Inteligência da Receita Federal em São Paulo e ficará armazenado para posterior análise minuciosa de informações por investigadores da Polícia Federal.

O possível vazamento de informações também será investigado, pois a operação tramitava em segredo de justiça.

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O presidente do Instituto Lula, o petista Paulo Okamoto também teve que depor nesta sexta-feira de forma coercitiva (depoimento obrigatório mesmo sem a vontade do depoente), assim como o fundador do Instituto, o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, sendo que ambos já fizeram seus depoimentos e foram liberados.

Em nota divulgada a imprensa na tarde dessa sexta-feira, o Instituto Lula declarou que o ex-presidente jamais se envolveu em qualquer ilegalidade quando estava a frente da presidência e nem depois do cumprimento de mandato. Sobre o mandado de busca e apreensão, o Instituto classificou como arbitrário, ilegal e  injustificável. #Corrupção