Os protestos contra o governo Dilma, #Lula e a corrupção que tomou conta do Brasil já se espalharam por todo o país, com um grande número de cidades contando com a população reunida para demonstrar sua insatisfação.

Nos últimos dias, foi possível acompanhar a condução coercitiva de Luiz Inácio Lula da Silva, o pedido de prisão do ex-presidente, entre outras revelações que só fortaleceram os protestos neste domingo (13), onde a população pede, principalmente, o impeachment de #Dilma Rousseff em dezenas de cidades.

Acontece que muitos brasileiros são a favor do PT, de Lula e de Dilma, sendo totalmente contra estes atos, e a polícia está atenta para evitar que este encontro  termine em confrontos, com pessoas feridas e muita depredação.

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Em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin até se reuniu com os principais líderes ativistas, juntamente com o secretário de Segurança Pública, Alexandre Moraes, justamente para encontrarem caminhos para que o protesto aconteça sem violência.

Um dos grupos responsável pela realização dos protestos, neste domingo, resolveu investir em policiais que estavam  de folga e que foram contratados para darem segurança aos trios elétricos utilizados no ato. A informação é de que estes policiais irão trabalhar de forma voluntária, porém, há muita gente desconfiada desta parceria.

O problema é que opositores ao ato, que pede o impeachment da presidente, marcaram   manifestos no mesmo local e no mesmo horário, em São Paulo, e isto pode trazer sérias consequências.

O Pixuleko, que é aquele boneco inflável do ex-presidente Lula vestindo roupa de presidiário, contará com 20 guarda-costas, para que ninguém o danifique.

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Este boneco se tornou um dos principais símbolos nas manifestações contra Lula e, por isso, os aliados do petista sempre tentam destrui-lo, para atingir os manifestantes.

Com o Pixuleko desfilando nas manifestações, parece que o movimento ganha mais força, as pessoas ficam mais animadas e, claro, se torna um grande destaque, inclusive nas coberturas das emissoras de televisão. #Protestos no Brasil