Em resposta ao ato de manifestação feito através de movimentos da Direita Política Brasileira e grupos a favor do Impeachment da presidente #Dilma Rousseff, o #Governo petista formulou um ato para ser realizado nessa sexta-feira, 18, principalmente na Avenida Paulista em São Paulo – que tem sido o palco de grandes protestos e embates. Para isso, o Partido dos Trabalhadores criou um evento no Facebook chamando os seus ‘militantes’.

Nele, já há até o momento em torno de 30 mil pessoas confirmadas. Entre elas, o Partido confirma também a presença do ex-presidente Lula, que teria sido empossado ministro nessa semana, mas teve essa situação revogada por uma juíza.

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O evento é chamado de ‘Ato em Defesa da Democracia, dos Direitos Sociais e Contra o Golpe’ e pretende fazer grande manifestação, principalmente, em frente ao Masp.

A polícia do Estado de São Paulo, na tarde de ontem, 17, e manhã de hoje, 18, através de jatos de água, dispersou centenas de manifestantes contrários ao governo do PT. Eles faziam ‘revezamento’ na Avenida Paulista e os supostos líderes dos protestantes naquele local deram entrevistas a jornais que só iriam sair dali quando realmente a presidente Dilma pedisse renúncia ou caso o juiz Sérgio Moro prendesse “de uma vez por todas” o ex-presidente petista e/ou os parlamentares cassassem a líder da república.

A segurança no movimento de hoje

A organização do evento de hoje se encontra muito preocupada com relação à segurança. Por conta da presença de grupos anti-governo e também porque os ânimos de todos estariam exalados após os acontecimentos envolvendo #Lula e o governo nessa semana.

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Emílio de Souza, que é o presidente do Diretório Estadual do PT, pediu em vídeo que os militantes não entrem em confusão ou embates físicos com os outros grupos contrários ao governo.

“Companheiros, mantenham a calma, a tranquilidade. – disse o presidente em vídeo – Mas também não aceitem ser intimidados por ninguém.”, declarou. Os organizadores do evento de hoje também disseram que já entraram em contato com o governador Geraldo Alckmin, para que possa dar um reforço policial.