Em pronunciamento oficial a pedido do Palácio do Planalto, Jaques Wagner, ministro-chefe do gabinete pessoal da presidenta da República #Dilma Rousseff, afirmou que a relação do #Governo Federal com o atual vice-presidente do Brasil, #Michel Temer, está interditada, por conta do anúncio oficial feito pelo PMDB nesta terça-feira, 29, do seu rompimento definitivo com os petistas.

Além disso, Jaques Wagner afirmou também que Michel Temer, caso assuma mesmo a presidência da República devido ao possível afastamento da presidenta Dilma durante o processo de impeachment, em vigência na Câmara dos Deputados, poderá ter muito mais dificuldade no cargo porque o mesmo não conta com “a legitimidade do voto popular”, conquistado por Dilma Rousseff nas últimas eleições presidenciais, realizadas no segundo semestre de 2014, quando a mesma recebeu mais de 54 milhões de votos.

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Wagner foi o escolhido de Dilma para se pronunciar oficialmente pelo Governo sobre a questão do “desembarque” do PMDB. No entanto, o ex-governador da Bahia, e ex-ministro chefe da casa civil, não respondeu ao questionamento dos jornalistas presentes na coletiva de imprensa, realizada ontem, em Brasília, se o vice-presidente Michel Temer deveria deixar o cargo, devido o rompimento dos peemedebistas com o Governo.