A revista britânica "The Economist" foi dura nas críticas feitas à presidente #Dilma Rousseff em um artigo publicado recentemente, onde afirma que a saída da presidente do poder é a melhor forma do Brasil ter a oportunidade de recomeçar, deixando para trás esta #Crise, todas as polêmicas e retomando assim seu crescimento.

E as críticas não pararam por aí, pois o artigo ainda comentou que a melhor forma de Dilma deixar o Planalto seria renunciando ao cargo de presidente, ao invés de ficar esperando ser derrubada.

A "The Economist" pelo visto, está mesmo certa de que o #Impeachment vai derrubar a presidente do Brasil, mas esta é uma certeza que aqui no Brasil ninguém tem, pois o governo está se movimentando para fazer de tudo para manter a petista no poder.

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O artigo foi publicado no site da revista, mas também constará na versão impressa e tem gerado muita polêmica, inclusive aqueles que são a favor de Dilma na presidência estão afirmando que seria melhor a revista cuidar dos problemas de seu país, que não são poucos, ao invés de ficarem dando palpite nos problemas do Brasil.

Mas a revista afirma ainda que o impeachment de Dilma, ou sua renúncia, não seria suficiente para resolver a crise que assola o Brasil e que amplas reformas seriam necessárias, por exemplo, a reforma tributária e também a política.

Controlar os gastos públicos, gastos previdenciários, reforma das leis fiscais, das leis trabalhistas, reforma de todo sistema político e combate à corrupção seria apenas alguns dos pontos necessários para começar a fazer com que o Brasil seja um país melhor.

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Dilma tem buscado se fortalecer para enfrentar o impeachment e até tentou colocar o ex-presidente Lula na Casa Civil, mas não deu certo e isto acabou complicando um pouco mais sua situação.

Apesar dos protestos favoráveis ao seu governo estarem acontecendo, o clima favorável ao impeachment tem se fortalecido a cada dia e a oposição está muito bem organizada e com bons argumentos para tirá-la da presidência.

O PT tem buscado desesperadamente por novas parcerias enquanto tenta restabelecer as antigas, no intuito de manter a presidente no cargo.