Ser petista nos últimos dias não tem sido nada fácil. Depois de políticos presos e outros investigados, uma avalanche de notícias nada interessantes para o governo decidiu despencar sobre suas cabeças em menos de 24 horas.

Primeiro a revista 'Isto É' divulgou uma matéria exclusiva sobre uma suposta delação feita por Delcídio, em que cita Lula e Dilma. Após a repercussão que a notícia ganhou, Delcídio negou ter feito tal declaração e Dilma saiu em defesa própria alegando se tratar de informações falsas.

Depois, a sexta-feira amanheceu com a notícia de que a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão e de prisão em sua 24ª fase.

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Dentre as 'novidades' do dia, estava Lula, que foi levado coercitivamente para depor por quase quatro horas. Com essa situação, logo a imprensa mundial começou a noticiar o caso e levantar a hipótese do fim de uma 'Era'.

Dilma fez um pronunciamento nesta tarde defendendo-se das acusações da delação, bem como esquivou-se da defesa de Lula, focando em si própria durante seu discurso. Lula também discursou e disse ter se sentido um prisioneiro. Militantes do PT e manifestantes da oposição entraram em atrito no aeroporto onde aconteceu o depoimento de Lula, bem como em diferentes partes do Brasil, sobretudo em São Paulo, onde Lula mora.

Nessa mesma tarde, #Aécio Neves e outros líderes oposicionistas anunciaram que vão barrar toda e qualquer votação na próxima semana, a fim de que isso pressione Eduardo Cunha e cia para criar a comissão do #Impeachment.

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Além disso, vão pedir a renúncia de Dilma nessa semana, provavelmente na segunda-feira, 7. A renúncia evitaria que Dilma tivesse seus direitos políticos suspensos, diferentemente do impeachment e da cassação, que pode impedir sua carreira política por pelo menos oito anos. Dilma declarou no final do ano passado que não irá renunciar.

A próxima semana deve ser marcada pela movimentação da operação Lava Jato e das ações dos oposicionistas. No domingo, dia 13, uma manifestação pró impeachment ocorrerá em todo o Brasil. #Dilma Rousseff