Wagner Moura publicou nesta quarta-feira, 30, um artigo com tom totalmente de defesa à presidente da república Dilma Rousseff no jornal 'Folha de São Paulo'. O ator usou sua credibilidade para tentar defender a líder política do país em um momento crítico. No texto, o profissional chama de "golpe clássico" o que está acontecendo com a presidente. Parece que Wagner não leu ou ouviu as explicações de diversas entidades jurídicas do país, podendo ficar sem ser 'esculachado'. O Supremo Tribunal Federal  (STF), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), são apenas algumas das grandes instituições jurídicas do país que dizem que não é golpe querer tirar a presidente do poder por meio do processo de impedimento.

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Até o momento, o que tem se visto, mesmo que de forma polêmica, é o cumprimento da constituição brasileira. 

Wagner também recebeu muitas críticas nas redes sociais. Internautas o acusaram de estar com medo de perder dinheiro da Lei Rouanet para realizar seus projetos. O ator no momento, no entanto, faz parte de uma série que não é bancada com dinheiro do Brasil. Ele, aliás, pouco fica por aqui, trilhando uma carreira internacional. 

Moura disse que o juiz Sérgio Moro, que investiga a operação Lava Jato, está agindo como promotor. O ator escreveu que isso mostra um atropelo dos direitos da privacidade e da presunção de inocência. Apesar de não citar, este momento é uma clara defesa ao ex-presidente da república Luiz Inácio #Lula da Silva, que teve interceptações telefônicas autorizadas a serem captadas pela Polícia Federal através de uma decisão judicial.

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Em uma delas, Lula conversa com a presidente #Dilma Rousseff. Nesta terça-feira, 29, Moro chegou a pedir "escusas" pela polêmica que isso gerou, mas que ele não agiu contra lei. 

Apesar das muitas defesas aos dois, Wagner tentou dizer que não é governista. Então tá. Ele ainda chamou de estúpido quem acha que tirando um partido do poder, no caso o PT, acabará com a corrupção que existe no Brasil.  #Impeachment