Os tempos são difíceis para a política brasileira, que pode ser reformulada a qualquer instante. Prioridades e pautas entram em jogo no que será o futuro da política e economia do Brasil. O PT sempre foi conhecido por suas pautas sociais e o investimento maciço em programas de democratização e de transferência de renda.

Dilma vetou o pedido de aumento feito pelo Judiciário

Em 2015, a presidente Dilma Rousseff foi incisiva ao vetar o reajuste protelado pelo Poder Judiciário. Os servidores pediam reajustes que chegavam aos 50 bilhões de reais por ano, algo completamente impraticável. Os aumentos eram de 53 a 78 por cento, na qual todos os salários seriam dobrados.

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Após negociação entre o Executivo e o Judiciário, esses valores caíram para bem menos, porém, não deixa de ser um gasto a mais do governo que vem passando por uma crise econômica e política.

O Brasil vive um momento de reajuste fiscal e possibilitar aumentos neste momento é como ir contra todas as medidas impostas, tanto pela presidente #Dilma Rousseff como pelo governo, que busca enxugar as contas.

Segundo o Supremo Tribunal Federal, existe uma diferença enorme se comparar os valores recebidos para quem trabalha no Executivo em face ao Poder Judiciário. Essa é a justificativa dada pelo STF para que seja aprovado o reajuste do salário dos servidores do Poder Judiciário.

Reajuste do Judiciário pode ser negociação direta com Cunha

Muitos apontam para as negociatas relacionadas ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, que vetou os primeiros pedidos de reajuste do Judiciário.

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Atendendo ao pedido dos colegas, Cunha deve votar nessa última semana de abril o reajuste que significará mais 1,1 bilhão de reais a mais desembolsados pelo governo e pelos cidadãos que pagam indiretamente toda a máquina pública.

Outra justificativa apontada pelo Judiciário é que com a valorização do trabalho referente ao reajuste salarial, possibilitará a permanência do seu quadro de pessoal, que após aprovação no concurso busca melhores qualificações e vencimentos oferecidos por outras áreas do serviço público federal. #Eduardo Cunha #Crise no Brasil