#Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, já decidiu o que fazer com os parlamentares que alegarem problemas de saúde e justificarem suas faltas com atestado médico, evitando assim participar do processo de votação do #Impeachment da presidente. O peemedebista vai submetê-los à perícia médica.

Eduardo Cunha diz não aceitar faltas apenas para ajudar a presidente Dilma. Essa determinação foi feita através de um pedido feito pelo deputado Mendonça Filho, do DEM de Pernambuco. Mendonça é líder da minoria no Congresso e apresentou esta questão para colocar ordem no processo de votação. O texto aprovado por Cunha determina que o parlamentar que apresentar um atestado médico suspeito, será submetido à uma análise da junta médica da Casa.

Publicidade
Publicidade

A junta confirmará se o atestado condiz com o que o deputado está passando ou não. Nesse documento, o deputado Mendonça sugere que a Casa disponibilize enfermeiros e médicos de diversas especialidades para estarem de prontidão, caso algum deputado passe mal, além disso foi pedido também ambulância em caso de emergência.

Indisposição

Os deputados que estiverem com indisposição no dia da votação do processo de impeachment, poderão ser avaliados por médicos da Casa, e além disso, há a intenção dos médicos se deslocarem para o local que o deputado está, para darem orientação e acompanhamento para o parlamentar ter a possibilidade de exercer o seu direito de voto. Os médicos serão orientados a acompanhar o deputado que não estiver legal até Brasília, assim ele poderá votar normalmente. O grupo pró-impeachment acusa o governo de tentar de todas as maneiras esvaziar o Plenário no dia da votação, pois isso ajudaria a presidente #Dilma Rousseff.

Publicidade

Ordem de votação

Foi confirmado que a votação no domingo seguirá por ordem de região, começando do Sul e indo para os deputados do Norte. Os parlamentares do mesmo Estado serão chamados por ordem alfabética. O presidente da Câmara pretende com isso criar um clima pró-impeachment, pois no Sul há mais apoio para o afastamento da presidente Dilma.