A presidente da república, #Dilma Rousseff, participou, nessa terça-feira (26), de uma cerimônia de entrega de chaves de 5.293 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida aos moradores de cinco cidades do estado da Bahia.

Durante a cerimônia, ela discursou durante mais de trinta minutos e fez duras críticas sobre o seu processo de #Impeachment, que começou a ser julgado hoje, no Senado.

Dilma afirmou que as acusações que pesam contra ela sobre as “pedaladas fiscais” existem entre presidentes da república, desde 1994. “Sou acusada de algo que é praticado desde 1994. Eles têm acusação, eu não tenho. E o pior, é que quem me julga nesse processo é corrupto.

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Todos sabem que o presidente da câmara tem contas no exterior”.

Dilma afirmou que querem sentar na cadeira de presidente sem voto

Em seu inflamado discurso, Dilma criticou, (sem citar o nome do vice-presidente Michel Temer), mas fazendo uma menção clara ao peemedebista.

“O que eles querem é sentar na minha cadeira sem voto. Fazer isso é confortável, pois não terá que prestar conta ao povo e dizer o que será feito dos programas sociais”.

A presidente também afirmou que um presidente deve ser julgado por aquilo que ele pode fazer para a população e citou os programas sociais que foram criados no seu governo, afirmando que os programas sociais, sempre foram prioridade em seu governo.

“No meu governo, foram criados o Minha Casa, Minha Vida, o Bolsa Família e também foi garantido atendimento médico para pessoas que antes não tinham”.

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Dilma também afirmou que nunca recebeu propina em sua carreira política

No final de seu discurso, a presidente voltou a afirmar que está sendo vítima de um golpe de estado e que em toda a sua carreira política, ela nunca recebeu propina e muito menos praticou nenhum crime.

“Por que eles insistem em dizer que não é golpe? Em toda a minha carreira nunca recebi dinheiro de propina, nunca tive contas no exterior e não sou acusada de nenhum crime de corrupção”.

Ela também fez questão de agradecer aos eleitores baianos pelos votos na última eleição e citou o nome dos 24 deputados federais que votaram contra a continuidade do processo de impeachment na Câmara.

“Foi o maior número de votos que obtive em toda a federação”. #Eduardo Cunha