Dilma esteve na ONU e o mundo inteiro acompanhou seu pronunciamento nesta manhã de sexta-feira (22). A presidente começou cumprimentando a todos presentes e aos que estavam acompanhando pelos meios de comunicação.

No Dia da Terra, a presidente Dilma acabou tendo sua voz ouvida pelo mundo inteiro. A petista disse ter orgulho de participar deste momento, do fato do Brasil fazer parte deste pacto em defesa do planeta e que o país tem feito de tudo para ajudar a reduzir a agressão ao clima. Ela assumiu que é a favor de que o acordo e os compromissos sejam colocados em prática imediatamente, que agora é um momento de novos desafios e que todos os países se empenhem e que utilizem menos os combustíveis fósseis.

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A presidente lembrou que o Brasil tem conseguido reduzir as emissões de gases e que é imprescindível reduzir também a ambição dos países desenvolvidos. Dilma pediu melhorias nos investimentos para ajudar na proteção do planeta e que é necessário ainda que o setor privado reduza as emissões de gases.

"Assinar este acordo é a parte mais fácil", garantiu Dilma, e que as dificuldades estavam por vir quando tudo que está combinado fosse colocado em prática.

Dilma lembrou de tudo que o Brasil tem feito para contribuir com o restante do mundo e citou o desmatamento da Amazônia, que vem sendo combatido, e que grandes áreas destruídas estão sendo recuperadas, lembrando que seu governo traçou metas ambiciosas e ousadas, pois sabe que os resultados são desastrosos quando não se toma um posicionamento para cuidar do clima.

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"O Brasil é um país que venceu o autoritarismo e que tem um provo trabalhador, que luta pela liberdade e que irá impedir qualquer retrocesso", disse a presidente.

Dilma agradeceu aos líderes e não comentou sobre outros assuntos, inclusive, não disse que o Brasil sofre um golpe, como muitos vinham imaginando, mas a presidente fez questão de dizer: “Grave momento que vive o Brasil." E finalizou seu pronunciamento dizendo: "Sou grata a todos os líderes que já expressaram sua solidariedade". #Natureza #Dilma Rousseff #ONU