Se Dilma Rousseff não está conseguindo aqui no Brasil o apoio que precisa para continuar no governo, então, sua equipe acha que é a hora dela buscar ajuda externa. Para isto, seria preparando um tour internacional com a presidente viajando para os mais diversos países, onde faria pronunciamentos ao vivo anunciando em alto e bom som que o país vive um golpe.

A equipe da petista já está com o projeto sendo debatido e esta alternativa vem ganhando mais força à medida que o impeachment vai se tornando uma possível realidade.

O "Tour do Golpe" de #Dilma Rousseff começaria assim que o Senado votasse a favor de seu #Impeachment, assim ela teria que deixar o cargo imediatamente.

Publicidade
Publicidade

Sem ter como "trabalhar", a ex-presidente começaria então suas viagens.

Os países da América Latina estão no foco principal deste tour, já que eles são governados por políticos de centro-esquerda. Dilma tem grandes aliados nos países vizinhos e certamente encontraria facilidade para conquistar parceiros que engrossassem o grito de que no Brasil há golpe.

Depois de algumas viagens pela América Latina, ela partiria rumo à Europa, passando principalmente pela França, Itália, Espanha e outros países onde poderia fazer seu repetido discurso de que este impeachment foi um golpe diferenciado. Reuniões com representantes de partidos de esquerda serão um reforço a mais nesta sua tentativa de se fortalecer para voltar ao governo. 

Eleições antecipadas é outra saída para Dilma Rousseff

Dilma já começa também sua campanha para que haja uma antecipação das eleições presidenciais, só que para isto ela terá que abrir mão dos dois anos que faltam em seu mandato, mas ela está disposta a correr este risco para não sofrer o impeachment.

Publicidade

O problema neste caso já são os movimentos que a apoiam, como a CUT e o MST, que são totalmente contra esta proposta.

CUT e MST acreditam que, se Dilma aceitar que haja uma reeleição para presidente, estará praticamente legitimando seu impeachment e isto eles não querem de forma alguma.

Do lado de lá estão os principais ministros da presidente, que apoiam a antecipação da eleição presidencial e pressionam Dilma para enviar logo a proposta ao Congresso Nacional.

A presidente agora tem muitas opções para seu futuro incerto, o problema é conseguir descobrir qual é o melhor caminho, ou o "menos ruim". #Crise no Brasil