O governo de Dilma Rousseff está fazendo de tudo para conseguir aliados e se livrar do #Impeachment. Há boatos de que esteja, inclusive, prometendo cargos para os que votarem contra. O PP, PR e também o PSD são os principais alvos do PT, que tem feito negociações com os dirigentes destes partidos para conseguirem os votos necessários para livrar a presidente do risco de ter que deixar o cargo.

Mas o grande problema enfrentado por Dilma e os demais petistas não está somente na necessidade dos votos a serem conquistados, mas, principalmente, no presidente da Câmara dos Deputados, o peemedebista #Eduardo Cunha, que já se mostrou disposto a fazer de tudo que for preciso para tirá-la da presidência da república.

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Cunha já deixou claro que não vai facilitar a vida da presidente em nada, muito pelo contrário, é justamente ele quem vai definir a forma como ocorrerá a votação no plenário. É ele, por exemplo, quem define a ordem para cada parlamentar se manifestar e já adiantou que irá interpretar o regimento somente na hora, afirmando que a chamada não será por ordem alfabética.

O mais provável é que o presidente da Câmara use uma forma de privilegiar aqueles que foram mais favoráveis ao impeachment e, neste caso, ele seguiria o regimento que define a votação feita, alternando entre os parlamentares do norte para o sul e vice-versa.

Dessa forma, o impeachment começa com a votação a favor sendo maior, o que influenciará, de certa forma, àqueles que ainda estivessem indecisos, pois na hora, provavelmente, optarão pelo lado que estiver ganhando para não terminarem com os que perderam.

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Esta é uma tendência normal e Cunha, sabendo disso, irá usar esta arma para conseguir o impeachment de Dilma.

Cunha negou que tenha intenção de usar esta estratégia para conseguir êxito na votação, afirmando que essa forma de chamada não beneficiaria nem uma parte, nem outra.

A oposição tem como meta conseguir 342 votos para garantir o impeachment de Dilma. Já o governo precisa conseguir pelo menos 172 deputados, sendo que, dentre estes, podem estar os votantes e também as ausências e abstenções. #Dilma Rousseff