Está mais do que claro que a maioria do povo brasileiro, que apoia o processo de  impeachment da presidente #Dilma Rousseff, também não quer Michel Temer como presidente e muito menos Eduardo Cunha na linha sucessória. 

O clamor popular ecoado nas ruas do país nos últimos meses, pede investigações sérias sobre a corrupção endêmica, que que se tornou regra no cenário politico brasileiro. 

É bom que aqueles que se julgam confortáveis em seus cargos, como parece ser o caso do presidente da Câmara Eduardo Cunha, que foi acusado de receber 54 milhões de reais em propinas e o vice-presidente Michel Temer que foi citado na delação de Nestor Cerveró,  também como recebedor de propinas, coloquem suas barbas de molho; pois a maioria do povo brasileiro não os reconhecem como seus representantes.

De acordo com o site Agência Brasil, senadores vão entrar com uma PEC - Proposta de Emenda a Constituição, para realização de novas eleições presidenciais no próximo mês de outubro.

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Eleições diretas para presidente

Seis senadores, estão criando uma PEC, para que seja aprovada eleições diretas para presidente ainda este ano, em outubro, quando já acontecerá a escolha de novos prefeitos e vereadores em todo Brasil.

Este grupo de senadores é composto por,  Walter Pinheiro (sem partido-BA), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), João Capiberibe (PSB-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), Paulo Paim (PT-RS) e Cristovam Buarque (PPS-DF), defende que a PEC, corra paralelamente ao processo de impeachment.

Os senadores deixaram claro que não existe a intenção de interferir no processo de impeachment que deve correr normalmente no senado. E mesmo que a presidente venha a ser afastada definitivamente, a PEC ainda continuará sendo "tocada".

O dia seguinte

Os senadores que estão preparando a PEC, precisam de 27 assinaturas para que ela comece a tramitar e pelo clima de rejeição dos prováveis sucessores de Dilma, não será difícil, conseguir as mesmas.

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De acordo com eles a impopularidade de Temer e Cunha, vai deixar o país no mesmo patamar em que se encontra. Por isso é importante saber quais as decisões devem ser tomadas no dia seguinte ao afastamento definitivo de Dilma Roussef.

Favoráveis 

Certamente a maioria da população já deu a entender que é favorável a uma nova eleição para presidente e nos bastidores do Planalto, falam até em eleições gerais, para permitir que o povo faça uma "faxina" e renove o cenário político brasileiro como um todo.

Marina Silva defende a cassação da chapa de Dilma e Temer no TSE, para que o Brasil seja levado a novas eleições diretas. Renan Calheiros (PMDB), presidente do senado, também vê com bons olhos. Outro defensor de novas eleições é o ex-presidente Lula, que saiu a frente nas pesquisas sobre a corrida presidencial. #Crise-de-governo