Nesta última sexta-feira, dia 1º de abril, a Câmara dos Deputados recebeu mais um pedido de #Impeachment contra o vice-presidente do Brasil, #Michel Temer. É o quarto pedido entregue à Câmara.

Cid Gomes, ex-ministro da educação de Dilma Rousseff, justificou que nas investigações da Lava Jato está sendo citado vários nomes de políticos ligados ao PMDB, inclusive o de Michel Temer. Ainda de acordo com Cid Gomes, há várias reportagens publicadas pela imprensa - de um modo geral - a respeito das delações feitas pelo senador Delcídio do Amaral e também do doleiro Alberto Yousseff, onde Temer, atual presidente do PMDB, teria que ser responsabilizado, já que seu partido se envolveu no escândalo do Petrolão.

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No pedido de impeachment de Michel Temer, Cid Gomes coloca uma observação solicitando que o documento seja analisado pelo vice-presidente da Câmara, o deputado Waldir Maranhão, do PP. Cid Gomes não quer que #Eduardo Cunha faça a análise do pedido, uma vez que ele é do PMDB, o mesmo partido de Temer e isto poderia influenciar na decisão tomada.

Outros 3 pedidos de impeachment contra Michel Temer já foram apresentados, sendo que dois foram arquivados e apenas um ainda está em processo de análise, mais este agora entregue por Cid Gomes.

Michel Temer não gostou nem um pouco de saber que está sendo contestado por Gomes e retrucou alegando que este pedido de impeachment baseia-se em notícias velhas, que não contam com sustentação legal e que traz citações totalmente equivocadas, além de interpretações feitas por pessoas que não estão bem informadas e por isto não podem fazer tal solicitação.

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E o vice-presidente da república ainda atacou Cid Gomes revelando que ele aparece ao lado de Paulo Roberto Costa em várias fotografias. Paulo Roberto é um dos condenados no Petrolão e assim Temer tenta "queimar" a imagem daquele que pede o seu impeachment.

Levando em conta a possibilidade de Dilma Rousseff sofrer um impeachment e deixar a presidência do Brasil, quem assume o cargo é o vice, Michel Temer. No caso de Temer também sofrer um impeachment, então quem assumirá a presidência do Brasil é o presidente da Câmara, Eduardo Cunha.