A "Folha de São Paulo" publicou uma matéria tecendo duras críticas ao governo de #Dilma Rousseff e começou dizendo que era com pesar que estava chegando à conclusão de que Dilma não tem mais condições de governar o Brasil.

O editorial traz um texto duro, que vai direto ao ponto e lembrar que mesmo sendo por meios legais nunca é interessante para o país interromper um mandato presidencial, já que a presidente chegou ao poder através de uma eleição, onde vigorou a democracia e a maioria foi quem a escolheu, só que, de acordo com a "Folha", após o PT ser autor dos maiores escândalos envolvendo corrupção em toda a história do país e provocar uma terrível recessão, talvez uma das piores se não for a pior de todos os tempos, a petista estava simplesmente colhendo o que plantou.

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E foi por causa deste cenário, da crise, do desemprego, a queda na produção e os escândalos seguidos de corrupção que se formou uma maioria favorável ao #Impeachment e as manifestações contra o governo explodiram por todo o território nacional.

O artigo não parou por aí e as críticas se tornaram ainda mais duras acusando Dilma Rousseff de ter colocado a presidência a serviço de dois únicos objetivos, que foi o de tentar impedir o impeachment mesmo que isto esteja custando a "compra" de parlamentares e o segundo objetivo que foi o de blindar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus companheiros envolvidos nos escândalos.

E o que muitos economistas já comentaram a "Folha" reforça lembrando que mesmo o impeachment sendo superado e Dilma se mantendo no poder, ela encontraria uma dificuldade enorme para continuar governando o Brasil.

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A "Folha" garantiu que vai continuar sendo imparcial na cobertura dos fatos, trazendo as manifestações contra e a favor da presidente, mas se posicionou claramente do lado que deseja ver Dilma renunciando.

Sobrou até para Michel Temer, vice-presidente e que assumiria a presidência da república no caso de Dilma renunciar ou sofrer o impeachment. A "Folha" pediu para o peemedebista ter consciência e também já renunciasse o cargo para que uma nova eleição presidencial fosse realizada em no máximo 90 dias.

Antes porém, seria necessário o afastamento também de Eduardo Cunha, pois com a saída de Dilma e Temer, ele é quem assumiria o poder.

Você pode deixar sua opinião, dizendo se é contra ou a favor do posicionamento a “Folha de São Paulo”, é só deixar abaixo seu comentário. #Crise no Brasil