O instituto de pesquisa Ibope divulgou na última segunda-feira (25) sua pesquisa de intenção de voto para presidente da República. Com um modelo diferente, a pesquisa contou com as opções “com certeza votaria”, “poderia votar” e “não votaria”. Levando em conta as duas primeiras opções como “potencial de voto”, Aécio consegue 32% e o ex-presidente Lula 31%. Marina Silva é quem lidera a pesquisa, com 39%

O senador Aécio Neves possui 11% dos que disseram “com certeza votaria” e 21% dos que afirmaram que “poderia votar”. Já o ex-presidente #Lula possui uma base de eleitores mais decidida; 19% afirmaram que “com certeza votaria”, enquanto 12% disseram que “poderia votar”.

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Marina Silva é a candidata que possui o maior “potencial de voto”, superando os dois nomes mais fortes entre os tucanos e petistas. A representante da Rede marca 12% dos que “com certeza votaria” e 27% dos que “poderia votar”, alcançando assim 39% do “potencial de voto”, superando Aécio e Lula, com seus 32% e 31%, respectivamente.

Os outros dois tucanos que foram pesquisados, José Serra e Geraldo Alckmin, estão em uma situação pior ainda do que Neves no que diz respeito a votos certos. O senador Serra possui 7% de pessoas que afirmaram “com certeza votaria”, enquanto o governador Alckmin possui apenas 6%. Quanto a possíveis votos, Serra possui 21% das pessoas que declararam que “poderia votar”, enquanto Geraldo ficou com 18%.

Rejeição dos candidatos

Um número que impressiona na pesquisa é a alta taxa de rejeição de todos os cinco candidatos.

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Absolutamente todos os cinco tivera um aumento em seu número de rejeição com relação à pesquisa passada.

Lula é o que possui maior rejeição. Em fevereiro, o número era de 61% e aumentou para 65%. Já Aécio foi o que teve o maior aumento percentual desde fevereiro. Passou de 44% para 53%, um acréscimo de 9 pontos percentuais.

Serra oscilou de 52% para 54%, enquanto Alckmin cresceu de 47% para 53% no que diz respeito a pessoas que “não votaria”.

Marina Silva é a candidata que possui a menor taxa de rejeição entre eles, porém, continua sendo alta. Em fevereiro, 42% afirmavam que não votariam, agora em abril esse número passou para 46%. #Dentro da política #Crise-de-governo