O presidente do Senado, Renan Calheiros, conversou com a Presidente da República #Dilma Rousseff, nos últimos dias, no Palácio do Planalto. A reunião entre Dilma e Renan foi para discutir sobre o processo de #Impeachment que segue em andamento no Senado, e, em até 15 dias, deverá ser decidido se a presidente será afasta ou não.

Na comissão do impeachment, Dilma tem apenas 5 votos a seu favor, dos 21 votantes. Já no plenário, a previsão também não é otimista, apenas senadores do PT, PC do B, PSB, PDT e alguns do PMDB estão a seu favor, mas ainda assim não juntam votos o suficiente que impeça seu afastamento.

Diante do acontecido, Dilma caiu em si e já aceitou a realidade.

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Caixas com documentos, objetos e outros pertences já estão sendo retiradas de seu gabinete no Palácio do Planalto e serão transferidos para o Palácio da Alvorada.

Ainda segundo assessores de Dilma, ela pretende permanecer no Palácio da Alvorada durante o período de afastamento e continuará morando perto da residência oficial. Dilma também já está montando sua agenda de despedida.

AFASTAMENTO

Como citado  no  texto, caso  o impeachment no Senado seja aprovado, Dilma Rousseff será afasta por 180 dias, período esse em que será investigada sobre os crimes dos quais está sendo acusada, como improbidade administrativa e crime de responsabilidade. O vice-presidente Michel Temer assume a Presidência da República. Michel Temer inclusive já está montando a sua nova equipe.

FERNANDO COLLOR

Um antigo alvo do impeachment, Fernando Collor de Melo (PTC-AL), levou na última terça-feira (26) propostas que, segundo ele, vai ajudar o Brasil a superar a crise.

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Collor sofreu impeachment em 1992, após ser acusado dos crimes de corrupção ativa e passiva. Collor renunciou no mesmo ano, mas devido a sua renuncia tardia, ele foi condenado a perda do mandato, ainda ficando 8 anos sem poder se candidatar ou exercer qualquer função em cargos públicos. O empresário Paulo César Farias foi a peça chave do Impeachment de 1992, após ser descoberta uma arrecadação de mais de US$ 1 bilhão dos cofres públicos. #Governo