Em um ato organizado nesta segunda-feira (04) na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, no Largo São Francisco e contando com a presença de mais de 3 mil pessoas, entre juristas, professores e alunos, a advogada Janaína Paschoal, discursou de modo contundente em apoio ao processo de #Impeachment que envolve a presidente da República, Dilma Rousseff.

O ato na USP contou também com a presença dos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Junior, ambos autores do pedido de impeachment, além de Janaína. Os discursos tiveram momentos acalorados em que a advogada afirmou que "cobras tentam se perpetuar no Poder", disse, em alusão à frase do ex-presidente Lula, colocando-se como "jararaca".

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A platéia aclamou a advogada, em gritos de "Jana, a Diva".

Janaína criticou duramente a tentativa do #Governo Dilma, de "comprar votos" de deputados e senadores, numa clara tentativa de minar o processo de impeachment, afirmando que "as cobras que usurparam do poder, estão se utilizando das fraquezas humanas, para se segurarem no poder", declarou, referindo-se ao ex-presidente Lula, que mesmo sem ter cargo formal no governo, tenta angariar apoios de parlamentes, com a distribuição de cargos, principalmente ao chamado "baixo clero", para que votem contra o processo de impeachment na sessão plenária da Câmara Federal.

Em discurso, o ex-petista e fundador do partido, Hélio Bicudo, afirmou que "nenhum deputado ou senador, tem o direito de ir contra o desejo da população", afirmando ainda que "tanto Dilma, quanto PT não têm o direito de se perpetuarem no poder".

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Já o jurista Miguel Reale Jr, em seu discurso, chamou o Partido dos Trabalhadores (PT), de "quadrilha".

Ato em apoio a Sérgio Moro

O ato na USP também teve menções de apoio ao juiz federal, Sérgio Moro, responsável pela condução da operação Lava-Jato, da Polícia Federal, que investiga os desvios bilionários dos cofres públicos na maior estatal do País, a Petrobras. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), de São Paulo, Marcos da Costa, afirmou em discurso, que a grande maioria da classe apoia o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. #Corrupção