Como todos sabemos, a Câmara dos Deputados aprovou nesse domingo (18), a continuidade do processo de #Impeachment da presidente Dilma Rousseff, os 342 votos necessários foram conquistados tranquilamente pelos opositores do governo e o placar terminou em 367 votos a favor a continuidade do processo contra 137 votos.

Mas o quem mais chamou a atenção, não somente da imprensa brasileira, mas da imprensa mundial foram os discursos dos deputados no momento de expressar seus votos. Alguns jogaram confetes, outros comemoraram, mas os “mini discursos” de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e de Jean Wyllys (PSOL-RJ) foram dois dos que deram o que falar.

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Dois desafetos declarados, insultos e cusparadas aconteceram logo após o discurso de Wyllys

Segundo Jean Wyllys, o deputado Jair Bolsonaro o insultou e tentou segurar seu braço logo após o deputado do PSOL expressar seu voto.

“Na hora que fui votar, esse canalha (Bolsonaro) tentou agarrar meu braço. Ele ou alguém que estivesse perto. Quando eu ouvi o insulto, eu devolvi, aí eu fui e cuspi na cara dele”.

Em seu discurso, o deputado do PSOL, homossexual assumido, dedicou seu voto ao povo negro exterminado nas periferias, aos direitos da população LGBT, aos trabalhadores da cultura, aos sem teto e aos sem terra.

O deputado iniciou seu discurso de sentindo constrangido de participar dessa “eleição indireta” e disse que era um absurdo um “ladrão” como Eduardo Cunha conduzir todo esse processo.

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Indagado por jornalistas se estava arrependido de seu ato, o deputado Jean Wyllys afirmou que cuspiria na cara de Bolsonaro quantas vezes fosse necessário.

Bolsonaro também polemizou ao oferecer seu voto ao Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra

Jair Bolsonaro expressou seu “sim” ao impeachment e fez um discurso polêmico, oferecendo seu voto ao Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que segundo ele, foi “o pavor de Dilma Rousseff”. Ao final de seu discurso, Bolsonaro parabenizou Eduardo Cunha e afirmou que o presidente da Câmara entrará para a história.

Confira o vídeo da confusão entre Jean Wyllys e Jair Bolsonaro

#Violência #Crise-de-governo