O deputado federal Paulo Maluf, do PP-SP, tem uma ordem internacional de prisão contra ele e a informação foi confirmada pela procuradoria de Nova York. O Ministério Público de São Paulo já foi informado, assim como a prefeitura da capital, entretanto nada ainda foi feito a respeito.

Havia sido divulgada a notícia de que Maluf tinha saído da lista da Interpol - Organização Internacional de Polícia Criminal, mas o que aconteceu realmente foi que somente as fotos do deputado e também de seu filho, Flávio Maluf, foram retiradas do site, mas eles ainda continuam sendo procurados.

Sílvio marques, promotor em Nova York, confirmou que a notícia é mentirosa e que Paulo Maluf continua na lista da Interpol e que as fotos somente foram retiradas do site por causa de alguns critérios adotados que acabaram resultando em tal ato.

Diante do terrorismo que vem crescendo nestes últimos anos, o crime cometido por Maluf é muito menor do que esses ataques que matam milhares de pessoas todos os anos no mundo inteiro.

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Então as fotos do político brasileiro deram lugar às imagens de terrorista que para a Interpol têm prioridade em serem presos. 

Nome de Maluf está na lista da Interpool desde 2010

O deputado tem seu nome na lista da Interpol desde 2010 por causa do desvio de dinheiro e desde então ele tem ordem de prisão decretada em 181 países.

O dinheiro que o político desviou quando construiu a avenida Água Espraiada, que hoje leva o nome de avenida Roberto Marinho, passou por uma transação em um banco localizado na cidade de Nova York e depois foi para Jersey, no canal da Mancha.

A construção da avenida foi orçada em mais de R$ 800 milhões e foi realizada durante a gestão de Paulo Maluf como prefeito de São Paulo. As empreiteiras envolvidas na obra são a Mendes Júnior e também a OAS. A ação contra o ex-prefeito tramita no Supremo Tribunal Federal, ainda sem data de ter uma definição.

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A prefeitura de São Paulo já conseguiu recuperar mais de R$ 8,9 milhões que estavam em Jersey, mas ainda faltam quase US$ 30 milhões. A Polícia Federal ainda não se pronunciou a respeito. #Corrupção #Investigação Criminal