A capital federal contará com um esquema especial de segurança a partir da próxima quinta-feira, dia 14. Tudo isto será por conta da votação do #Impeachment, que deverá movimentar Brasília no próximo final de semana. A estratégia adotada pelo #Governo da capital será a divisão dos manifestantes pró e contra Dilma e assim tentar evitar um possível confronto entre simpatizantes e opositores do processo de impeachment.

A operação deverá ser feita através da instalação de um corredor de isolamento que irá desde o #Congresso Nacional até a Catedral Metropolitana. O mesmo terá um quilômetro de extensão e oitenta metros de largura.

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Nele só poderão transitar o pessoal da segurança, com proteção da Polícia Militar.

O corredor deverá servir como separador entre os manifestante que apoiam e os que são contrários à permanência de Dilma no cargo. Assim os mesmos serão dispostos em duas zonas que ficarão no canteiro central da Esplanada dos Ministérios. A primeira, na zona sul, estarão os que são contrários ao governo atual e defendem o processo de impeachment. Na outra parte, na zona Norte, os que se posicionam a favor da permanência de Dilma na presidência.

Os manifestantes estarão sendo monitorados em tempo real por policiais militares, que deverão cuidar para que nenhum membro de uma das áreas possa se deslocar para a zona oposta e a partir daí, iniciar algum tipo de confronto.

O esquema de segurança montado prevê que não haverá circulação de carros na área da Esplanada dos Ministérios.

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Como forma de garantir a segurança do patrimônio e das autoridades e parlamentares presentes à sessão extraordinária de votação, também estará terminantemente proibido que qualquer um dos manifestantes que estejam presentes nas duas zonas distintas, possam ter acesso à área da rampa do Palácio do Planalto e à Praça dos Três poderes, onde fica localizado o prédio do Supremo Tribunal Federal (STF). O objetivo de toda a segurança é evitar que os manifestantes possam se deslocar além dos limites do prédio onde fica o Congresso Nacional.