O autodenominado “Movimento Brasil Livre”, decidiu entrar com um processo de #Impeachment contra Marco Aurélio Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal, nesta quarta-feira, 06/04.

O advogado do grupo MBL alega que Marco Aurélio não poderia ter interferido na decisão da Câmara de seguir ou não com o processo de impeachment contra o vice-presidente, Michel Temer (PMDB).

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), havia arquivado o processo de impeachment aberto contra o vice de Dilma, mas ontem o ministro enviou uma liminar determinando o desarquivamento e criação de uma comissão para prosseguir com o pedido de impeachment.

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O pedido de impeachment contra Temer foi aberto por um advogado de Minas Gerais. No processo, Temer foi acusado das mesmas irregularidades que Dilma Rousseff, “crime de responsabilidade”.

O pedido deverá ser protocolado no Senado Federal.

Em resposta à decisão de Marco Aurélio, Eduardo Cunha (PMDB) havia desafiado a ordem do ministro, dizendo que recorreria de todas as maneiras.

O papel do STF

De acordo com o artigo 102 da Constituição Federativa do Brasil, o papel do STF é a “guarda” da Constituição, ao órgão lhe cabe: processar e julgar, tanto o vice-presidente, como ministros, Procurador da República e membros do #Congresso Nacional.

O MBL e os impeachments

É compreensível que o MBL tente interferir em decisões que envolva PMDB. O grupo foi recebido pelo presidente da Câmara quando os integrantes da organização foram entregar um pedido de impeachment contra Dilma Rousseff.

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As manifestações que o grupo promove não têm como foco o combate à corrupção em todos os partidos, de acordo com o próprio coordenador do grupo (Kim) o objetivo dele é “derrubar o PT”.

Certa vez, quando questionado sobre a possibilidade do PMDB no poder, o mesmo coordenador não demonstrou preocupação, tudo porque, segundo eles o PT é “totalitário”.

Apesar de classificar o PT como partido “totalitário”, o grupo pretende lançar candidatos por partidos de extrema-direita, como o Democratas e o Partido Social Cristão.

Esses dois partidos alojam personagens totalmente “antidireitos humanos”, e machistas, exemplo disso é o pastor Marco Feliciano (PSC), e Carlos Apolinário (DEM). #Governo