Um dos grupos que pregam o impeachment da presidente Dilma Rousseff nas redes sociais, o Movimento Endireita Brasil, lançou um desafio ontem, sexta-feira (01), para quem atacasse o pré-candidato do PDT à presidência em 2018, Ciro Gomes, que jantava com familiares em São Paulo.

Na postagem, um desafio foi lançado,  e quem cumprisse receberia um prêmio no valor de R$ 1.000,00. A mensagem dizia o seguinte:

“O Ciro foi visto agora no restaurante Due Couchi, do Itaim, tomando um Barolo de centenas de reais a garrafa. Se alguém estiver perto, hostilize o cara. Mas ele é esquentadinho, filmem. O MEB paga R$ 1000 pelo vídeo”.

Assessoria de Ciro Gomes desmentiu informação e afirmou que Ciro tomava um Gim Tônica

A informação divulgada na mensagem que Ciro Gomes tomava um “vinho Barolo de centenas de reais” foi desmentida pela assessoria de Ciro que afirmou que ao invés do caríssimo vinho, o político tomava um Gim Tônica.

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Segundo reportagem do Estadão, no momento que o desafio foi lançado na internet, assessores de Ciro o alertaram da possibilidade de hostilidades de simpatizantes do Movimento Endireita Brasil, porém, o político que já foi ministro de Dilma não quis se retirar do local e permaneceu o resto da noite, a qual o próprio político, avaliou como uma noite muito “agradável”.

Após polêmica, post foi retirado do ar, mas um dos administradores afirmou que não existe nada de ilegal no desafio

O post foi retirado do ar logo após a polêmica chegar a mídia, porém, minutos antes da retirada da mensagem, o autor do desafio defendeu sua atitude afirmando que nada de ilegal estava sendo feito.

“Não estamos fazendo nada de ilegal. Se quiser hostilizar o Lula nos limites da lei, pago também”.

Presidente do Movimento Endireita Brasil já foi secretário particular de Alckmim

O principal representante do Movimento Endireita Brasil, o presidente Ricardo Salles, já ocupou o cargo de secretário particular do atual governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmim (PSDB).

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Segundo ele a atitude lançada por um dos administradores da página não condiz com o movimento e classificou a atitude como “fora da média” e que ultimamente os “ânimos estão exacerbados”.

A assessoria de Ciro Gomes afirmou que estudará a possibilidade de abertura de processo contra os administradores da página. #Manifestação #Violência #Protestos no Brasil