Um manifestante alegou ter sido agredido por um dos seguranças da comitiva do ex-presidente #Lula, este sábado (16), quando Lula voltava para ao hotel Royal Tulip, onde se encontra hospedado para acompanhar a votação do afastamento da presidente Dilma Rousseff, em decorrência do processo de ‘mpeachment.

Entenda como ocorreu

Argumenta-se que um dos integrantes da equipe de segurança particular de Lula ao perceber o tumulto na entrada do hotel, resolveu descer do veículo e desferiu soco e um empurrão em uma pessoa que se manifestava pelo ‘impeachment’ naquele lugar.

No local havia cerca de 20 membros que fazem parte de grupos de manifestação favoráveis ao #Impeachment, que protestavam naquele momento com ‘mortadelão’, organizado por movimentos que são contra as negociações que Lula faz em troca de apoios à Dilma.

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Hoje (16) bem cedo, Lula saiu em comitiva com  manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), para participar de um evento organizado por eles. Na volta, o comboio se deparou com pessoas que cercavam um dos veículos, mas o petista conseguiu entrar no hotel, pois estava em outro carro. Então, quando o último veículo foi entrar, um dos seguranças abriu a porta e agrediu o manifestante, adentrando ao carro novamente.

No momento do ‘alvoroço’, alguns policiais militares que ali estavam fazendo a segurança pública foram chamados imediatamente, e tiveram lançar spray de pimenta para acalmar os ânimos. A reação dos protestantes foi dar socos no veículo do segurança.

Segundo Kleber Luiz, o rapaz de 23 anos que sofreu a agressão, o segurança desceu do automóvel e como ele era um dos primeiros à frente do protesto, o segurança tentou dar um soco, mas não o acertou, então ele foi empurrado e jogado em cima das motos.

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O jovem conta que saiu de Santa Catarina e está em Brasília somente para participar da manifestação.

Após o desgaste com o segurança Kleber exibiu as marcas com sangue e dizia "O resultado foi esse aqui", ressaltou o rapaz.

Diante das circunstâncias a polícia militar (PM), solicitou reforços para o local, mas até o presente momento nada mais ocorreu. Mesmo assim, policiais seguiram ao encontro do segurança que causou a agressão, para conversar.

Por fim, o MST resolveu também  ficar na portaria do hotel para apoiar Lula e rivalizar contra os grupos apoiadores do impeachment, obrigando os policiais fazerem uma divisão do território, para manter a ordem na portaria do hotel.  #Dilma Rousseff