Nas mesas de bares, nas praias, nas ruas, nas academias, nos estádios de futebol... os lugares até variam, mas a discussão permanece a mesma no Brasil de hoje em dia: #Impeachment é ou não é golpe? Para os defensores de Dilma Rousseff e do atual governo, sim. Para os oposicionistas e favoráveis à mudanças, não.

Terceira candidata mais votada para a presidência em 2014, #Marina Silva tornou ainda mais clara a sua posição nesta terça-feira (5), quando o seu partido, a Rede Sustentabilidade, divulgou uma campanha a favor da cassação da chapa Dilma-Temer via Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo Marina, impeachment não é golpe.

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“Se todas as denúncias contra o governo forem comprovadas, o impeachment não é golpe, não. O que nós jamais podemos permitir é que apliquem um golpe na nossa nação, com aqueles que não querem resolver a crise que vivemos. Eles apenas seguem na disputa pelo poder”, salientou Marina.

Marina, aliás, deixou bem claro que não vê com bons olhos o impeachment via aprovação na Câmara dos Deputados. Dessa forma, o vice-presidente Michel Temer herdaria o poder até 2018, de acordo com as normas vigentes da Constituição Federal. A líder da Sustentabilidade defende a cassação via TSE e a antecipação de novas eleições, para que os brasileiros possam refazer o seu voto.

“Se for comprovado que dinheiro ilegal abasteceu a campanha eleita, o TSE deve impugnar e dar aos brasileiros a possibilidade de uma nova eleição.

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Assim, com legitimidade, a sociedade brasileira poderá repactuar as soluções para a crise”, ampliou.