#Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, foi muito criticado pelos deputados aliados ao governo, nesta votação de ontem (17), onde foi determinado o andamento do processo de #Impeachment para o afastamento da presidente Dilma Rousseff. Cada deputado teve dez segundos para declarar seu voto e fazer um rápido comentário e diante disso ocorreram muitas manifestações contra e favor ao governo, além de abraços para familiares e mensagens para eleitores.

Eduardo Cunha se mostrou calmo com os bombardeios que vieram contra sua pessoa. Chamado de "ladrão", "golpista", "gângster" e corrupto, Cunha não respondeu aos ataques.

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Evangélico, o deputado disse que espera que Deus tenha misericórdia do país. O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) apontou o dedo em direção a Cunha e disse que ele era um "gângster" e comentou que cheira a enxofre o que dá sustentação a sua cadeira. Jean Wyllys também xingou Cunha de "ladrão" e ao terminar de votar, o deputado faltou com  respeito a Jair Bolsonaro cuspindo em sua direção. Eduardo Bolsonaro, filho de Jair tentou revidar. Outra deputada que se sentiu indignada com Cunha foi a Professora Marcivânia do PC do B. Ela criticou Cunha, chamando-o de corrupto e disse não concordar com ele presidindo a votação. O único deputado que defendeu o presidente da Câmara foi Jair Bolsonaro. Jair comentou que Cunha entrará para a história da maneira que conduziu os trabalhos para que chegasse a aceitação do processo de impeachment.

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Mais "forte"

Podemos enxergar nesta votação do impeachment um presidente hostilizado por muitos parlamentares, mas saindo forte da sessão de votação do impeachment. Os aliados de Cunha pretendem utilizar a votação para tentar acabar com o processo do peemedebista no Conselho de Ética. Porém há a possibilidade do Supremo Tribunal Federal afastá-lo do cargo. A pressão no STF vai aumentar, ainda mais agora  que os nervos tomaram conta dos deputados aliados ao governo com o resultado da votação. Caso Michel temer assuma, o segundo político de sua linha sucessória é nada mais nada menos que Eduardo Cunha. #Corrupção