A crise enfrentada pelo país atingiu em "cheio" a presidente da República, Dilma Rousseff. O processo de impeachment se aproxima assustadoramente do Palácio do Planalto e a tensão aumenta exponencialmente, acarretando enorme preocupação ao governo. A presidente dá mostras de que não está aguentando toda a pressão envolvida no processo que julga seu impedimento e que caminha a passos largos para o plenário da Câmara dos Deputados, onde  será decidido o futuro do #Governo Dilma, sob o comando do presidente da Casa, Eduardo Cunha, cujo desdobramento arremeterá o processo para análise do Senado Federal, se consumada a aprovação na Câmara.

Desequilíbrio emocional

A presidente Dilma tem demonstrado momentos de tensão nervosa altamente explosiva, de acordo com relatos de seus auxiliares mais próximos.

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O abalo psicológico é tão intenso, que ela chega a se "entupir" de calmantes, ocasionando efeitos indesejados, como por exemplo, o fato desses medicamentos acabarem se tornando inócuos, já que nem sempre, surtem  efeito positivo, de acordo com auxiliares próximos. Um dos medicamentos prescritos para utilização é o "Rivotril" e "Olanzapina", ressaltando que este último é indicado para o tratamento de "esquizofrenia", ministrado desde que foi deflagrado o processo de impeachment.

Juiz Moro é um dos alvos

Um dos alvos de "gritaria" e de palavras de repulsa, proferidas por #Dilma Rousseff, é o juiz paranaense, Sérgio Moro, responsável pela condução da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, que apura uma série de crimes cometidos e desvios bilionários oriundos dos cofres públicos da Petrobrás.

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Dilma, em suas "explosões nervosas", chega a se referir ao juiz federal, prometendo "vingança", ao conversar com um assessor: "quem esse menino (Moro) pensa que é? Um dia ele vai pagar pelo que está fazendo", de acordo com relatos. A agressividade de Dilma também atinge correligionários, como a deputada gaúcha Maria do Rosário, que ao divergir da mandatária, em referência à Comissão da Verdade, ouviu xingamentos: "Cale sua boca, você não entende disso. Só fala besteira", disse a presidente, completamente irritada.

A psiquiatra Elisabeth Kübler-Ross descreve cinco estágios do comportamento humano, em relação às pessoas que se aproximam ou vivenciam o sentimento de "perda": "negação", "raiva", "negociação", "depressão" e por último, "aceitação". O modelo consagrado de estágios revela que, por hora, Dilma oscila entre os dois primeiros.

 

 

  #Crise no Brasil