Chamou a atenção de todos os brasileiros, no domingo passado, a pluralidade de justificativas dos deputados federais sobre o voto do #Impeachment da presidente Dilma Rousseff. Inúmeros parlamentares citaram os seus familiares, Deus, entre outros motivos, para justificarem suas escolhas. A postura causou descontentamento perante à opinião pública. Agora, o processo tramita no #Senado Federal.

Renan Calheiros, presidente da Casa, garantiu que entre os senadores ninguém vai "votar como a família quer". No início da semana, após reunião no Supremo Tribunal Federal (STF), o peemedebista garantiu que o Senado votaria conforme o mérito da questão.

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"Não haverá voto de acordo com o que a família quer ou deixa de querer. Faremos um julgamento do mérito do processo, para averiguar se há ou não há crime de responsabilidade da presidente Dilma Rousseff. Em todos os momentos vamos nos guiar seguindo o papel que cabe ao Senado Federal", salientou Renan.

Ao mesmo tempo, Renan garantiu que, enquanto presidente, comandará os trabalhos com "neutralidade" e "isenção". Nessa segunda-feira, o Senado escolherá o presidente e o relator da Comissão de Impeachment, que será formada por 21 senadores e 21 suplentes. #Congresso Nacional