A presidente da República Dilma Rousseff está com os dias contados no cargo. Essa constatação foi declarada nos bastidores pelo próprio PT. Com a votação da admissibilidade se aproximando e com bem menos votos do que precisa, Dilma já retira itens do palácio do Planalto.

A informação de que  Dilma estaria retirando itens como papéis e outros documentos de cunho pessoal foi publicada na noite de ontem (26), pela jornalista da Rede Globo, Cristiana Lôbo. Segundo informações publicadas pelo G1, a saída provisória por 180 dias é dada como certa por todos em volta da presidente.

Lula segue 'acampado' em busca de senadores em uma já considerada 'última tentativa' de salvar o mandato da presidente da República.

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Em recente entrevista, Delcídio do Amaral, que ainda é senador, mas está sem partido, disse que, uma vez afastada, Dilma não conseguirá mais retomar seu mandato.

O ex-líder do PT no senado, foi um dos pivôs que ajudaram a ruir o #Governo. Sua delação vazou na imprensa, dias antes da gigante manifestação contra o governo e em apoio da operação Lava Jato' e do juiz federal Sérgio Moro.

O advogado geral da União, Cardoso, é outro que segue em campanha nas últimas defesas da presidente antes do dia 6 de maio, data provável da votação pela admissibilidade do processo de impeachment.

Aparentemente, e ao que tudo indica, a votação será meramente simbólica. Eleito o relator de oposição do PSDB, o parecer favorável  ao afastamento é dado como certo. E quando seguir para a votação em plenário no Senado Federal o governo estima contar apenas com 20 dos 81 votos possíveis, bem menos do que o necessário para arquivar a deposição de Dilma.

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Embora oficialmente ninguém 'jogue a toalha', sabe-se que é bastante provável que o governo Dilma se aproxima dos últimos dias.

A presidente que tem o direito, durante os 180 dias do seu afastamento, de continuar no Palácio da Alvorada (atualmente ela se encontra no Planalto), já declarou que sua intenção é seguir morando na outra residência oficial onde pretende acompanhar de perto sua defesa, após o, cada vez mais 'certo', afastamento. #Impeachment