O ex-deputado do PTB, Roberto Jefferson, de 62 anos, que recentemente saiu da cadeira, beneficiado pelo perdão de sua pena – quando fora condenado a sete anos e 14 dias de prisão no processo do mensalão, em entrevista, revelou sua admiração por Eduardo Cunha.

Para Jefferson, no atual cenário politico brasileiro, Cunha é seu “bandido preferido”, pois, além de ardiloso, é muito inteligente e o único que consegue enfrentar em iguais condições, morais e éticas, o ex-presidente Lula, que jamais imaginou encontrar um adversário como Cunha, um verdadeiro gênio em termos de articulação política.

Retorno à presidência

Jefferson tem por objetivo retomar a presidência de seu partido que  está sob o comando de sua filha, a deputada Cristiane Brasil.

Publicidade
Publicidade

Ele calcula que retomará o comando da legenda trabalhista no dia 14 de abril, e quer comandar seu partido num eventual processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, no qual se posiciona favorável ao afastamento de Dilma.

“As mulheres bonitas, cheirosas de Cunha"

Assim adjetivou Jefferson quando se referiu à esposa e à filha de Eduardo Cunha. A beleza incomparável e indescritível de ambas suscitarão inveja, e ambas, certamente, serão desejadas e apanharão, principalmente com tapas e socos no rosto pelas companheiras de cela.

A semente da corrupção no Brasil

Jefferson assim se referiu à Petrobras, porém, negou saber de maiores detalhes e dos meandros de #Corrupção que vieram à tona recentemente. Disse que o acesso à gigante petrolífera sempre foi privilégio dos grandes partidos e que o PTB sempre esteve alijado e nunca conseguiu chegar sequer perto de algum favorecimento ou participação e nem mesmo intentou tal feito.

Publicidade

“Ah, Lula dessa não escapa!”

Afirmou o ex-deputado acreditando que a Operação Lava Jato não terá o mesmo desfecho do Mensalão quando parou na antessala e foi barrado na Casa Civil. Desta vez, o Petrolão  ingressou com tudo no Palácio, através da deleção de Marcelo Odebrecht . “Desta vez ele não vai ter como se safar”, conclui Jefferson. #Casos de polícia #Crise no Brasil