Nesta segunda-feira (25), o ex-presidente do Brasil Luiz Inácio #Lula da Silva afirmou que todos aqueles que são a favor do #Impeachment da presidente Dilma Rousseff também querem que a Polícia Federal volte a ser comandada pelo governo e que perca sua autonomia. Lula disse que a polícia é independente por causa do Partido dos Trabalhadores (PT) que lhe deu a autonomia necessária e tirou-a do controle do governo, assim como o Ministério Público. O discurso aconteceu em um seminário da Aliança Progressiva e foi lido por Luiz Dulci ex-ministro, pois o ex-presidente estava rouco. Lula ressaltou que o processo de impeachment é "golpe" e está a comando de "políticos corruptos", afirmando que estão quebrando a Constituição Brasileira, e espera que a sociedade se manifeste positivamente contra o "golpismo", Lula diz que querem amedrontar a Polícia Federal e o Ministério Público como acontecia antes do governo do PT estar no poder e utilizou a palavra "mandonismo político" frisando sua indignação. 

Oposição ao governo Dilma

O ex-presidente Lula citou em seu discurso no seminário da Aliança Progressiva, nesta segunda, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pois Cunha é réu pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e está entrelaçado com as operações Lava-Jato, comandadas pelo juiz Sérgio Moro, afirmando que Cunha só aceitou o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff porque os deputados do PT revelaram votar contra #Eduardo Cunha no Conselho de Ética da Casa.

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Além de Eduardo, Lula citou indiretamente o vice-presidente Michel Temer, ao fazer uma referência à Constituição Brasileira de 1988 dizendo que em 13 anos do Partido dos Trabalhadores no governo, ele está presenciando a Constituição sendo rasgada pelos "golpistas" que exibem traiçoeiramente o título de constitucionalistas, dessa forma que o ex-presidente Lula se referiu à Constituição, evidencia que estava se referindo ao vice-presidente Michael Temer, pois Temer é formado em direito e é advogado constitucionalista.