O governo do presidente em exercício #Michel Temer começou com "o pé esquerdo" e já soma diversas reprovações em pouco mais de uma semana de governo. A primeira crítica que o presidente interino recebeu, foi sobre a composição de seu governo.

Impopularidade do governo Temer começou com as primeiras nomeações de seu governo

É evidente a falta de representação feminina no governo de Michel Temer (PMDB), que não possui nenhuma mulher como ministra em suas pastas. Além de reduzir os ministérios, extinguir o Ministério da Cultura foi outro motivo de grande reprovação de Temer, em seus primeiros dez dias de governo.

O presidente demonstra impopularidade entre os eleitores.

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No último domingo, durante o programa do Fantástico da Rede Globo de Televisão, Michel Temer realizou um pronunciamento que foi reverberado por barulhos de panelas espalhados por diversas capitais e cidades do Brasil. O "panelaço" que ficou conhecido durante o governo de Dilma Rousseff, também atingiu Michel Temer (PMDB) em seu primeiro pronunciamento em rede pública de televisão como presidente interino.

Presidente interino indicou investigados da Lava-Jato para comporem os ministérios de seu governo

Dentre as inúmeras notícias que circularam na internet após a posse de Michel Temer, uma das mais compartilhadas foi sobre a nomeação de sete políticos para ministros. Os parlamentares são investigados pela Operação Lava-Jato, e seguindo a analogia do caso ex-presidente Lula, que fora impedido de assumir a Casa Civil, esses políticos também deveriam ser impedidos de exercer a função de ministro.

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Esse era um dos argumentos mais pautados na internet nas primeiras vinte e quatro horas de governo Temer.

Romero Jucá é o primeiro investigado do governo de Temer

Parece que o STF resolveu ouvir a voz da população e resolveu prosseguir com as investigações contra um deles, o ministro Romero Jucá (PMDB-RR). O senador e atual ministro do Planejamento teve a quebra de seu sigilo fiscal e bancário autorizados pelo Supremo Tribunal Federal.

Jucá é investigado por assinar emendas que garantiam repasses para obras no estado de Roraima. A acusação aponta para emendas assinadas entre 1998 e 2012, período em que Romero Jucá foi senador do Brasil. 

Durante esse tempo, Jucá transferiu recursos federais para a cidade de Cantá, em Roraima. Em troca, o senador recebia parte dos contratos pagos pelo dinheiro público, através de repasses ilícitos, caracterizando corrupção ativa. Romero é o primeiro nome indicado por Temer a ter requerimento de investigação feito pelo STF. #Lava Jato #Crise-de-governo